carreira médica

Nossos conteúdos oferecem uma visão aprofundada sobre dados, índices e informações relevantes para profissionais que seguem a carreira médica.

Estatísticas de empregabilidade, remuneração média por especialidade, até as últimas tendências e inovações na área da saúde.

Os médicos podem descobrir insights valiosos sobre o desenvolvimento de carreira, oportunidades de educação continuada e melhores práticas no campo médico.

Além disso, nossos conteúdos fornecem análises detalhadas de dados relevantes, permitindo que os profissionais da saúde tomem decisões bem informadas sobre seus caminhos profissionais.

Com acesso a informações atualizadas e precisas, os médicos podem não só aprimorar suas competências durante a carreira médica, mas também contribuir significativamente para a evolução da medicina e para o bem-estar dos pacientes.

A importância da saúde financeira para os médicos

A importância da saúde financeira para os médicos

Para ter sucesso na área médica não basta apenas uma excelência clínica, mas também uma boa gestão financeira.  

Você sabe qual a importância da saúde financeira para os médicos? Uma carreira financeiramente saudável está diretamente ligada a uma prática médica sustentável e também a uma melhor qualidade de vida ao profissional da área da saúde. 

Nesse sentido, na semana em que celebramos o Dia do Médico, confira a importância da saúde financeira na área médica em diversos aspectos.

A sustentabilidade do seu negócio na área da saúde

Com uma boa gestão financeira, você tem um fluxo de caixa saudável. Isso permite que a sua clínica consiga operar com tranquilidade, pagar fornecedores, impostos e outros encargos em dia. 

Além disso, pode investir mais no seu negócio, comprando equipamentos e tecnologia para otimizar a gestão da clínica e melhorar o atendimento ao paciente.

Se você tem saúde financeira, consegue ainda criar uma reserva de emergência para imprevistos ou tempos difíceis. Garantindo assim, que a sua clínica esteja segura, e você também.

Ademais, sem preocupações financeiras, você pode se concentrar em exercer sua profissão com maestria e melhorar os processos da clínica, oferecendo um serviço de maior qualidade.

Educação continuada e qualidade de vida além da profissão 

Com uma boa gestão financeira na clínica, consequentemente você terá lucros maiores, garantindo uma boa renda. Com essa renda, você tem estabilidade para investir seu tempo e dinheiro em questões importantes além da prática médica.

Como por exemplo, a sua educação continuada. Uma vez que, é fundamental que o médico busque atualização profissional em cursos, conferências e seminários a fim de oferecer diagnósticos mais precisos e tratamentos avançados aos pacientes.

Além disso, com uma clínica financeiramente saudável, você consegue ter processos bem estabelecidos e uma equipe bem preparada, para que você possa dedicar tempo de qualidade a sua família.

No mais, é essencial aproveitar a vida além da profissão. Com saúde financeira, você pode investir o seu tempo em viagens, hobbies, entre outros.

Aposentadoria garantida

Com saúde financeira, você pode reinvestir os lucros e criar fontes de renda passiva em outras clínicas, negócios ou até mesmo com investimentos no mercado financeiro. Conseguindo portanto, programar sua aposentadoria de diversas formas com tranquilidade.

Em se tratando de planejamento tributário, um plano de aposentadoria interessante é o PGBL.

Você pode fazer contribuições para o plano, e o valor dessas contribuições é deduzido do Imposto de Renda (IR) no ano em que são feitas, até o limite de 12% da renda bruta anual tributável.

Logo, investindo no PGBL, o médico reduz sua base tributável, algo que pode resultar em um menor pagamento de IR ou no reembolso de impostos.

Nesse sentido, é necessário contar com os serviços de uma contabilidade médica para a ter saúde financeira

Os custos associados à prestação de serviços na área da saúde e manutenção de clínicas são geralmente altos, e 89% dos médicos pagam mais impostos do que deveriam.

Sendo assim, é fundamental que você conte com os serviços de uma contabilidade especializada na área médica para ter saúde financeira.

Isso porque especialistas no setor entendem as complexas regras tributárias médicas e conhecem benefícios fiscais que vão garantir que você pague menos impostos em conformidade com a lei.

E assim, você consegue ter eficiência financeira para garantir a sustentabilidade do seu negócio, uma excelente qualidade de vida e uma aposentadoria tranquila.

Agora que você entendeu a importância da saúde financeira para os médicos, reflita: será que você está pagando mais impostos do que deveria?

Para descobrir, solicite agora seu diagnóstico tributário gratuito com a Mitfokus, clicando aqui.

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O início da carreira médica pode ser um grande desafio

O início da carreira médica pode ser um grande desafio

Médico recém-formado ganha em média R$ 7.500 por mês, mas se ele não souber administrar o dinheiro, acaba trabalhando apenas para pagar contas.

Os desafios do início da carreira médica são muitos, a começar pela descoberta prática da área e o caminho que deseja seguir. 

Após seis anos de faculdade, é natural que os médicos recém-formados se sintam inseguros. Mesmo recebendo preparo técnico e prático para atuação e essa ser uma carreira com alto índice de empregabilidade, sentimentos de insegurança e incerteza são naturais.

Tudo porque, como o médico trabalha diretamente com a saúde e bem-estar das pessoas, sua atividade é de grande responsabilidade. 

E o profissional da área da saúde pode escolher entre diversos caminhos logo no início de carreira, como residência médica, especialização, concurso público ou iniciar como plantonista com um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Com tantas opções fica a pergunta: “Qual trajetória seguir?”.

Iniciando a carreira com a escolha da atividade médica

É comum ter dúvidas a respeito de onde atuar desde a conquista do CRM. E por isso, é fundamental planejar os próximos passos, afinal, são eles que definirão a trajetória médica a longo prazo. 

Sendo assim, com o registro do conselho da classe em mãos, o médico recém-formado fica habilitado para atuar como generalista. 

Na condição de clínico geral ou médico generalista, o recém-formado pode atuar no próprio espaço ou prestar serviços para clínicas ou consultórios particulares, laboratórios, hospitais, serviços municipais de saúde, como nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e até mesmo prestar atendimento pela internet através da telemedicina.

Para médicos e outros profissionais que não podem ser enquadrados como Microempreendedor Individual (MEI), uma opção é abrir um CNPJ optando pela Sociedade Unipessoal Limitada (SLU), que permite atuar como sócio único. 

O próximo passo é conferir na Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE) quais atividades são compatíveis com a sua natureza de atuação. Neste aspecto, é indispensável prestar atenção em um fato: a remuneração do médico vai variar segundo o modelo tributário que ele optar. A começar pelo imposto de renda, que difere de pessoa física para jurídica. 

Logo, mesmo atuando como empresa, ele terá que cumprir com obrigações fiscais de pessoa jurídica, mas sem deixar de lado, suas incumbências como pessoa física.

Nesse sentido, é indispensável contar com o apoio de uma contabilidade especializada na área médica

Dados divulgados pelo Ministério da Economia, através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o rendimento de um médico recém-formado está em torno de R$ 7.500,00. 

Todavia, o médico não tem garantia em sua profissão de saúde financeira à longo prazo.

A importância da contabilidade especializada no início da carreira médica

Como as leis fiscais são complexas e estão em constante mudança, é difícil para o médico empreendedor acompanhar as atualizações e compreender tais nuances. 

Nesse sentido, erros podem acontecer e resultam em complicações como multas e penalidades. 

Portanto, uma contabilidade médica saberá como aplicar corretamente as regras fiscais e impulsionar a empresa.

Além disso, receber orientações de especialistas no início de carreira são fundamentais, porque oferecem suporte ao planejamento para os anos subsequentes.

E como a área de finanças não é o foco da formação médica, contar com o auxílio de especialistas no assunto vai garantir que o médico tenha saúde financeira a longo prazo.

E é justamente isso que a Mitfokus Contabilidade Médica faz: em 7 anos de experiência no mercado da saúde, a empresa foca suas ações em traçar diretrizes, contando com os mais avançados recursos tecnológicos, para os médicos se posicionarem no mercado, atuando, do ponto de vista financeiro, com extrema saúde.

Se você está iniciando a carreira médica agora, clique aqui e entre em contato com um consultor da Mitfokus para receber o auxílio necessário para iniciar a carreira médica com segurança. 

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Residência médica: entenda valores e as obrigações

Residência médica: entenda valores e as obrigações

Processo seletivo para a bolsa é feito por meio de uma prova que varia de um lugar ao outro do país

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou o edital de seleção de Programas de Residência Médica para a outorga de bolsas a médicos residentes, na esfera do Programa Nacional de Apoio à Formação de Médicos Especialistas em Áreas Estratégicas (Pró-Residência). Ao todo, foram aprovados 277 programas, em 53 especialidades e áreas de atuação diferentes. Os contemplados serão 753 médicos, nos 22 estados que aderiram ao Edital SGTES/MS nº 3, de 10 de março de 2023, mais o Distrito Federal.

A residência médica permite ao recém-formado iniciar sua jornada de especialização no segmento que mais o atrai. Trata-se, portanto, de uma modalidade de ensino voltada a médicos e que funciona como uma pós-graduação, contudo com padrão de aprofundamento e especialização intrínseco.

Sendo o Sistema Único de Saúde (SUS) o responsável geral pelas propostas de residência médica, fica a cargo da Secretaria de Saúde de cada estado a oferta de vagas. Por isso, no edital, cada região terá uma quantidade de oportunidades estabelecidas e de especialidades disponíveis. 

O processo seletivo é feito por meio de uma prova. E as características dessa avaliação variam de uma região para outra. Então, é natural que o candidato se depare com questões mais objetivas em um determinado estado e mais discursivas em outro.

Se for aprovado para a bolsa de estudos, o médico residente deverá cumprir uma carga horária de 60 horas semanais em um dos hospitais vinculados ao SUS na cidade priorizada. A depender da especialidade, o trabalho e a duração da residência podem variar. Grande parte das especialidades tem duração de três anos, mas na Cirurgia Vascular e na Neurocirurgia, por exemplo, o tempo é de cinco anos. Já para a Radioterapia são quatro anos. Algumas especializações, como Medicina Preventiva e Social, Homeopatia, Clínica Médica e Medicina do Trabalho exigem apenas dois anos de trabalho-estudo.

Mas, independentemente da área escolhida, uma coisa é certa: a jornada do médico sempre tem a mentoria de um ou mais profissionais com experiência.

Como a residência médica é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), todo médico residente tem direito a uma bolsa, cujo valor-base é ofertado pelas instituições credenciadas ao SUS como forma de incentivo e cooperação para quem se especializa. O valor do piso é nacional; dessa forma, não importa onde o médico residente more: ele receberá a mesma quantia em qualquer cidade. Em 2023, segundo o Glassdoor, um dos maiores sites de vagas e recrutamento do mundo, o salário do médico residente é de R$ 3.746 mensais, proventos que devem ser declarados no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) do ano-calendário seguinte ao da atuação. A boa notícia é que as bolsas de residência estão isentas desse tipo de tributação.

Mas isto não significa que a informação não deve ser declarada. Pelo contrário: todos os anos, o médico residente deve especificar o valor que ganha na ficha “Rendimentos Isentos”, anexando o informe da fonte pagadora.

Até o dia 28 de fevereiro de cada ano, aliás, o governo disponibiliza, para essa finalidade, o Informe de Rendimentos de cada médico residente. Para acessá-lo, basta que a pessoa entre no site SIGRESIDÊNCIAS (saude.gov.br) e insira seu CPF e sua data de nascimento.

Todos nós sabemos que a residência médica é só uma fonte de proventos para o médico, que pode ganhar seu sustento em consultas, plantões, iniciativa privada, pacientes particulares, e assim por diante. E então, além do IRPF, há a Declaração de Serviços Médicos e da Saúde (Dmed), cujo intuito é registrar os pagamentos dos pacientes, consentindo para que a Receita Federal monitore a fidedignidade dessas informações, evitando fraudes.

Nesse aspecto, vale mencionar que, se para as empresas de todos os segmentos no Brasil a tributação é de uma complexidade altíssima, para os médicos existem ainda mais particularidades. E essa situação demanda que haja uma prudência especial por parte do médico, que, como não estudou assuntos dessa área em especial, corre um risco considerável de enfrentar problemas com o fisco, podendo até cair na malha fina e ter de desembolsar elevadas quantias com multas desnecessárias, o que traz prejuízos enormes em termos financeiros. Entenda a importância do planejamento financeiro durante a residência.

Portanto, o mais indicado é cogitar a adoção de um sistema de gestão financeira e tributária para si. Afinal, com a possibilidade de centralizar os dados em uma única plataforma, e contar com profissionais especialistas em contabilidade médica, o médico tem a chance de ampliar o seu controle econômico sobre o dinheiro que entra e que sai, mesmo ele estando em início de carreira ou se dedicando à residência. Pode apostar que isso facilitará — e muito — a hora de ter os informes das fontes pagadoras, e declarar o IR e a Dmed.

Saiba mais sobre esse tipo de sistema em Mitfokus – Contabilidade.

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Carreira na medicina: saiba tudo o que é necessário para iniciar

Carreira na medicina: saiba tudo o que é necessário para iniciar

Profissão tem uma das maiores taxas de empregabilidade global, até para os recém-formados

Carreira na medicina. Independentemente do curso de graduação escolhido, o último ano da faculdade é sempre cheio de questionamentos. E com a Medicina essa realidade não é diferente.

Cansaço e mais cansaço após plantões… A necessidade de estudar com afinco para as provas finais… Foco e concentração… Estágio em pronto-socorro, UTI e ambulatório geral… Emergências…. Cobranças e mais cobranças.

É a fase de “internato hospitalar”, de caráter substancialmente prático, na qual o aluno deve cumprir uma carga horária rotativa entre cinco áreas: Clínica Médica; Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia; Pediatria; e Medicina da Família e Comunidade, que é o que dará acesso direto à atuação do médico, depois do recebimento do diploma.

Nessa reta final de “internato hospitalar”, e caso ainda não tenha decidido o que fazer, enfim o médico poderá iniciar a carreira na medicina como clínico geral. Mas, se seu desejo for galgar alguma especialidade, será necessário estudar mais e tentar a residência médica, que funciona como uma pós-graduação, cujo processo seletivo é altamente concorrido. Se for aprovado, o residente estará capacitado para estudar e atuar na área que escolheu, por um período mínimo de dois anos, podendo chegar a cinco nos casos de cirurgia cardiovascular e neurocirurgia, os mais disputados do país.

Como existem hoje mais de 50 segmentos médicos reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), é natural que o estudante, mesmo no último ano, ainda não tenha decidido por qual caminho enveredar. Contudo, independentemente da área a ser escolhida, uma coisa é certa: o mercado de trabalho para médicos está em constante crescimento.

Em dezembro de 2022, o Brasil, com 214,3 milhões de habitantes, atingiu a marca de 546 mil médicos com registro ativo, segundo o CFM. Para se ter uma ideia, a proporção de médicos por mil habitantes ficou em 2,56. De acordo com um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Health at a glance 2021, o Brasil teve, em comparação com outros países-membros da organização, uma das maiores taxas de crescimento na densidade de médicos por habitante no período. Apesar do cenário positivo, existem ainda muitas localidades com carência de médicos.

Em resumo, estamos falando aqui de uma das práticas profissionais com as maiores taxas de empregabilidade global. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que, para os recém-formados em Medicina, a taxa de empregabilidade é de 97%, ou seja, não há registro de médico desempregado no Brasil.

Além da possibilidade de entrar em uma residência médica, como já falamos, o recém-formado pode atuar como médico generalista em um hospital; fazer uma pós-graduação; inscrever-se para participar de organizações de ajuda humanitária, como o Médicos Sem Fronteiras; exercer a profissão em uma startup de centros médicos que oferece consultas, exames e serviços de saúde, como o Doutor Consulta ou o Doctor Prime; ou até empreender abrindo o próprio consultório.

A Federação Nacional dos Médicos (Fenam), órgão responsável por fixar o valor das remunerações da categoria, estabeleceu em 2022 um teto salarial de R$ 17.742,78 para 20 horas semanais. O órgão também definiu, para consultas, a cifra de R$ 217,89, que pode variar de acordo com o estado, o local onde o médico trabalha e a especialidade.

Quanto aos recém-formados, o site salario.com.br, com base no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no eSocial e no módulo Empregador Web, aponta que o vencimento deles, na condição de generalistas, neste ano, é de R$ 13.690,80 para 36 horas semanais. Em suma: é um bom dinheiro para começar a carreira na medicina.

Justamente por ser uma boa quantia, é necessário ter cuidado. Primeiro porque o estudante de Medicina não tem nenhuma aula de educação financeira durante a graduação, e provavelmente também não teve em seu ensino escolar. Em decorrência disso, é natural que ele desconheça as ferramentas de planejamento financeiro e as melhores formas de investir, e fazer render, o dinheiro que recebe, fruto da sua atividade.

Por fim, mas não menos importante, o médico nada aprende sobre as normas contábeis, empresariais, societárias, trabalhistas, previdenciárias e tributárias vigentes no país. Se o médico opta por constituir pessoa jurídica, com CNPJ para atuar como prestador de serviços em hospitais, clínicas, startups, laboratórios etc., porém sem o devido gerenciamento econômico, de aplicações e impostos, ele se torna um “empresário instintivo”. Funciona assim: na medida em que os médicos não estão habituados a finanças e contabilidade (o que é normal), e como não há tributos simples, eles se perdem em meio à “sopa de letrinhas” de impostos, taxas e contribuições. E aí vêm as multas, com a perda de tempo e dinheiro, formando uma bola de neve: quanto mais dinheiro se ganha, mais dinheiro se gasta…

Outro risco para o médico recém-formado é adentrar em sociedades que ele não conhece bem. Por um lado, a oportunidade representa a chance de investir em um negócio, ser dono de parte de uma empresa, além de economia de capital com a abertura de uma pessoa jurídica. Por outro lado, como todo projeto ou empreitada, a atitude tem desvantagens, como a divisão do lucro ou a falta de dinheiro para comprar a outra parte. 

Geralmente, os médicos formam sociedade pela soma do capital, mas, antes de adentrar nesse universo, é fundamental prospectar os lucros compartilhados; de que forma é atribuída a responsabilidade pelo negócio (o que engloba débitos e prejuízos); e quais os procedimentos a serem adotados nas divergências de opiniões perante decisões importantes.

Confira quatro dicas para evitar dor de cabeça ao abrir uma sociedade

Portanto, é na tentativa de contribuir para que os médicos recém-formados não venham a sofrer com problemas tributários e financeiros que a Mitfokus Soluções Financeiras conta com um time de primeira e especializado em finanças médicas, que se sobressai no mercado como um remédio prático e eficaz para que o médico se concentre naquilo que ele aprendeu a fazer de melhor, que é salvar vidas.

Para começar a carreira na medicina com apoio da Mitfokus, acesse aqui

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Será que a carreira médica é mesmo para mim?

Será que a carreira médica é mesmo para mim?

Pesquisa da OCDE mostra que, de 60 mil adolescentes em todo o mundo, 10% querem se tornar médicos

Carreira médica: muitas áreas de atuação, altos índices de empregabilidade, retorno financeiro certo, ajuste de carga horária, possibilidade de escolher local de residência em consonância com o trabalho… Essas são somente algumas das vantagens de quem se torna médico.

Em uma pesquisa, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) perguntou a 600 mil adolescentes, em todo o mundo, sobre as suas expectativas de ocupação laboral. E a descoberta foi que mais de 10% desses jovens queriam se tornar médicos.

Contudo, antes de escolher uma profissão, é preciso ponderar a concepção de realização, ligada ao ato de fazer o que se gosta com a remuneração e o reconhecimento da carreira. Em outras palavras, a realização profissional está totalmente relacionada com a vocação de cada indivíduo, que é o ânimo que temos para fazer alguma coisa e que diz respeito ao contentamento que nos faz passar horas absortos sem notarmos isso.

Mas, para ingressar em Medicina, sabemos que só isso não basta. É necessário ter força de vontade, muita disciplina e determinação para entrar em um dos mais competitivos vestibulares e depois se manter, por seis anos a fio, estudando pesado, muitas vezes deixando de lado a diversão com os amigos e a reunião com os familiares para passar nas difíceis provas.

Uma vez dentro da faculdade de Medicina, as aulas ocorrem em dois turnos, tanto para quem pensa em clinicar, lidar diretamente com pacientes, se tornar um cirurgião ou um pesquisador. Não importa: o tempo e a energia despendida são os mesmos, independentemente da escolha a ser feita depois do bacharelado concluído.

E engana-se quem pensa que os estudos acabam com o diploma de faculdade. De forma alguma: o bom médico nunca para de estudar, afinal, a Medicina é uma ciência, e como toda scientia (do latim), cujo significado é “conhecimento”, ela tem que representar todo o saber assimilado por meio de pesquisa, estudo ou prática.

E, agora, com o advento da inteligência artificial na Medicina, novas descobertas são feitas praticamente a cada átimo, o que torna os estudos ainda mais importantes.

Todo futuro médico também, mesmo antes de adentrar na faculdade, deve começar a se familiarizar com a essência da triagem, que é a forma de atendimento e tratamento dado aos pacientes de acordo com a urgência da situação. Muitas vezes, isso revela uma tomada de decisão difícil, priorizando uma pessoa em detrimento de outra, e mais do que quem ajudar, vem a questão: “como ajudar”.

Embora a triagem seja, do ponto de vista emocional, desafiadora, ela é imprescindível para salvar vidas. E a pergunta, neste sentido, é: você está realmente preparado para isso?

Afinal, é preciso lembrar que faz parte da carreira médica ficar de plantão algumas noites, escutar queixas de dores de pacientes, solicitar exames para saber o que está errado, sem muitas vezes ter uma resposta pronta para resolver os problemas. Trata-se de uma profissão bastante agitada, e quem segue por esse caminho estará ocupado com muito trabalho e estudo por toda a sua vida laboral, pode apostar.

Fato é que, quando um adolescente tem que tomar a difícil decisão de escolher sua carreira, que vai valer para o resto da sua vida, é natural que ele romantize seu futuro, uma vez que todo mundo se vê bem-sucedido, sem problemas financeiros, viajando de férias pelos lugares mais exóticos do planeta, comendo nos melhores restaurantes, vestindo as roupas mais belas e elegantes… Mas o ideal é pensar, antes de escolher uma profissão, sobre o que as pessoas passaram para chegar aonde estão.

Por esse motivo, a dica para pensar se a carreira médica serve para você é: informar-se o máximo possível. Interrogue: quantas horas serão necessárias permanecer na sala de aula ou no laboratório? Quanto tempo de estudo em grupo? E sozinho? O que um estudante de Medicina vê desde o seu primeiro dia de aula? Quais são as principais dificuldades do curso? Como é lidar com a dor do próximo? E de que forma noticiar à família o óbito de um ente querido?

Por fim, como diria o estatístico William Edwards Deming (1900-1993), conhecido mundialmente como o “guru da qualidade”: “Sem os dados, você é apenas uma pessoa qualquer com uma opinião”. Lembre-se disso!

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Especialidade médica: interesse pessoal é determinante na escolha

Especialidade médica: interesse pessoal é determinante na escolha

Relacionamento profissional, prestígio da instituição e oportunidade de trabalho ficaram entre segundo, terceiro e quarto lugar, respectivamente

A especialidade médica é uma decisão muito subjetiva. Porém, um levantamento divulgado pela Demografia Médica do Brasil 2023 mostrou que o “interesse pessoal” é o fator que mais pesa na hora de decidir a especialidade médica na qual o médico seguirá carreira.

Outros fatores decisivos para a residência médica (RM) foram: “bom relacionamento/convívio com médicos da especialidade pretendida”, “prestígio da instituição que mantém o programa de RM”, “oportunidade de emprego” e “carreira profissional que a especialidade pode proporcionar”, respectivamente. A “expectativa de remuneração” ficou em 10º lugar, das 13 posições apresentadas, considerada como aspecto importante por 16% dos entrevistados.

Outros motivos elencados que menos impactam na decisão do médico são: “influência de amigos ou familiares”, “presença de médico especialista na família” e “dificuldade de ingressar na residência”.

O levantamento foi realizado com a participação de 1.614 médicos residentes em atuação no país com até 35 anos de idade. Para o cálculo amostral, levou-se também em consideração o gênero e o local de domicílio.

Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023
Motivos da escolha da especialidade entre médicos residentes participantes da amostra, em 2022

Mudança na escolha

A residência médica é um treinamento para médicos recém-formados que desejam se especializar em uma determinada área da medicina. É um período de formação, inclusive, que exige alta dedicação dos profissionais para se qualificarem e prestarem o melhor serviço possível à sociedade.

Contudo, existem profissionais que percebem, ao longo do curso de especialização, que a área escolhida não é a mais adequada para o seu futuro.

Quando se trata de mudança de especialidade, o levantamento indicou que 10% dos médicos residentes trocaram de área ou programa de RM. Destes, 7,4% iniciaram outra especialidade e 3% ingressaram em outro programa, porém na mesma especialidade iniciada anteriormente .

A mudança se deu principalmente por desinteresse na área de especialização (44,2%), falta de atendimento às expectativas do programa ou devido à qualidade da formação (17,8%).

Ausência de vocação (10,5%), distância do local de domicílio (7,2%) e perspectivas de retorno financeiro (5,3%) foram outros fatores que fizeram os profissionais mudarem de área.

Excesso de trabalho

De acordo com a Lei nº 6.932, de 1981, que dispõe sobre as atividades do médico residente no Brasil, os programas de Residência Médica devem respeitar o máximo de 60 horas semanais, incluindo o máximo de 24 horas de plantão. Porém, não é bem isso que se tem relatado.

Muitos profissionais que participaram do estudo informaram que dedicam 39 horas e 18 minutos semanais em atendimento direto a pacientes, além de outras 15 horas e 36 minutos em plantões dentro do programa de RM.

Os residentes afirmam, também, dedicar, em média, duas horas e 41 minutos semanais na realização de exames laboratoriais e de diagnóstico.

Para o preenchimento de prontuários e tarefas administrativas, afirmam gastar, em média, 16 horas e 12 minutos por semana. Relatam, ainda, dedicar outras cinco horas e 25 minutos semanais, em média, para atividades didáticas e teóricas.

Ao considerar todas as atividades realizadas, os residentes afirmam dispensar, em média, 79 horas e 12 minutos por semana, bem acima das 60 horas semanais legalmente preconizadas.

Fonte: Scheffer M. et al., Demografia Médica no Brasil 2023
Médicos residentes participantes da amostra, segundo tempo médio dedicado a atividade do programa de Residência Médica, ao longo de uma semana típica, em 2022

Essa jornada excessiva demonstra a relação direta entre o excesso de trabalho e casos de fadiga, estresse e até mesmo burnout dos médicos.

Além disso, a rotina excessiva pode colocar em risco a saúde dos pacientes, que podem receber um mau atendimento. Situações como essas, ainda em início de carreira, demonstram que é necessária uma atenção especial para uma realidade humanamente impossível de ser perpetuada.

Para saber mais detalhes da pesquisa, clique aqui.

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Diminui índice de estudantes de medicina autodeclarados negros

Diminui índice de estudantes de medicina autodeclarados negros

Em compensação, houve um aumento no percentual de alunos que se declararam pardos. Confira o estudo.

Estudantes de medicina: em 10 anos, a maioria dos alunos eram pessoas autodeclaradas brancas. Em 2019*, o índice foi de 69,7%. Já o número de  estudantes autodeclarados pretos diminuiu mais da metade: em 2010 eram 8,2% ; em 2019 foi para 3,5% do total de ingressantes.

Em contrapartida, o índice da população autodeclarada parda nas universidades cursando medicina aumentou. Em 2019, tinham 9.326 alunos ante 1.483 em 2010.  

População negra é maioria na pública

O estudo apontou, ainda, que a porcentagem de ingressantes segundo raça/cor variou conforme a instituição, se pública ou privada. Em 2010, a população negra nas escolas públicas representava 38,6%, quase o dobro do encontrado nas escolas privadas (19,4%). Após 10 anos, em 2019, o número de pretos e pardos era de 41,6% nas públicas e 23,0% nas escolas privadas, mostrando que a diferença se manteve.

O que podemos considerar nesse recorte é que houve um avanço no número da população negra cursando medicina no país.  Esse aumento da identificação racial deve-se, entre outros aspectos, ao maior número total de vagas disponíveis. A política de cotas também é um outro fator importante nesse processo, uma vez que diminui a desigualdade do acesso aos jovens negros e pardos na área médica.  Soma-se a essas lutas e conquistas as ações afirmativas, tanto de reparação histórica quanto na educação.

No entanto, em termos percentuais, considerando o total de estudantes de medicina, não houve alteração. Isso mostra que a inclusão ocorre de maneira mais lenta do que ocorre no ensino superior e na sociedade como um todo, levando em consideração que, nos últimos anos, o número de pessoas que se declaram como pretas e pardas no Brasil tem aumentado.

Pretos e pardos representam, agora, 56% da população. É o que diz a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ainda assim, temos muito a comemorar e ao mesmo tempo evoluir nesse processo.

*Até 2019, o Inep disponibilizava microdados do censo sem restrições. Para adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018), a partir de 2020 (último ano disponível no momento do estudo) parte dos dados passou a ser fornecida de forma semi-agregada. Assim, para a maior parte das análises são usados dados da série de 2010 a 2019. (Fonte: Demografia Médica do Brasil 2023). 

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Conheça os três regimes tributários para médicos

Conheça os três regimes tributários para médicos

Saiba as características de cada um e o ideal para evitar pagar impostos além do necessário

Escolher entre os regimes tributários pode ser uma tarefa desafiadora para o médico, especialmente se você não tem muito conhecimento sobre o tema.

Entretanto, com algumas informações básicas é possível tomar a decisão correta e garantir que sua empresa esteja em conformidade com as leis tributárias vigentes.

Existem três regimes tributários principais que os profissionais da saúde podem optar: o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Cada um possui vantagens e desvantagens, e a escolha dependerá das particularidades da sua empresa. Entenda agora cada um deles.

Simples Nacional

Na área médica, não necessariamente esta é a melhor opção, porque a cobrança se dá conforme a receita da empresa. Por exemplo: para quem recebe até R$ 180 mil, a alíquota é de 15,5%. A partir desse valor até R$ 360 mil, o percentual é de 18%.

Contudo, no Simples Nacional é possível aplicar o Fator R, que é um cálculo que auxilia na redução de tributação dos negócios.

Ele é calculado pela seguinte fórmula: F.R = total da massa salarial ÷ pela receita bruta da empresa. Quando o resultado da divisão é igual ou maior que 28%, uma empresa pode ser direcionada para o Anexo III do Simples Nacional e reduzir para 6% o tributo, até 15 mil ao mês.

Neste caso, é recomendado, inicialmente, um diagnóstico para apurar qual seria o cenário mais adequado para a realidade da sua empresa.

Lucro Presumido

É a opção para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano. Nesse regime, presume-se o lucro da empresa com base em 32% do faturamento (presunção integral para prestadores de serviços), o que pode ser bastante prático. A desvantagem é que a sociedade médica poderá pagar impostos maiores do que o necessário. A cobrança do tributo depende da atividade exercida. Se é uma clínica que faz procedimento, cirurgia ou exame (SADT – Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico), o valor efetivo do imposto será menor, caso contrário, pagará a presunção integral. Os impostos envolvidos neste regime tributário são IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ISS (a depender do município).

Lucro Real

Como o próprio nome diz, o lucro da empresa é calculado com base nas receitas e despesas reais, o que pode ser mais justo em alguns casos. No entanto, este regime também exige que as empresas tenham um controle financeiro mais eficiente.

O setor contábil precisa, por exemplo, calcular o IRPJ e a CSLL de acordo com o que realmente a empresa lucrou, conhecido como lucro contábil. Um fator importante é identificar a lucratividade da clínica, sendo a alíquota efetiva maior que 8%, procure um especialista para identificar oportunidades e soluções tributárias.

Depois de conhecer as diferenças dos respectivos tributos, é natural ficar em dúvida sobre qual regime a sua PJ se enquadra.

Neste momento, lembre-se que escolher entre os regimes tributários é apenas uma das decisões que devem ser tomadas com muita cautela para manter a saúde financeira da sua clínica, consultório ou centro médico. Caso contrário, o desempenho do fisco do seu negócio pode ficar comprometido.

Para ajudar na melhor decisão entre os regimes tributários, é fundamental contar com uma assessoria contábil eficiente e especializada para indicar as vantagens e as desvantagens de cada modelo. Por isso, entre em contato com a nossa equipe para auxiliar na decisão e proteger o orçamento da sua empresa médica. 

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Médico pessoa física ou jurídica: qual a opção mais rentável?

Médico pessoa física ou jurídica: qual a opção mais rentável?

Esclareça algumas dúvidas antes de tomar a decisão por uma das duas modalidades. Saiba tudo aqui!

Médico pessoa física ou jurídica? Existe uma dúvida comum entre os médicos recém-formados na hora de atuar no mercado de trabalho: ser um profissional autônomo pessoa física ou abrir uma empresa para atender como pessoa jurídica?

Os médicos são profissionais liberais. Isso significa que, após a finalização do curso, o profissional tem a oportunidade de escolher como quer atuar: ser funcionário regido na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), prestador de serviço autônomo como pessoa física ou abrir uma empresa (Pessoa Jurídica).

O fato é que não existe a opção correta. A escolha vai depender de uma série de fatores, como propósito, modelo de trabalho e organização tributária.  Você sabia que um médico, que inicia a carreira sem planejamento tributário, chega a perder R$1,6 milhões em 30 anos? Temos certeza que você não quer perder esse dinheiro. 

Então para te ajudar nessa escolha, entenda a diferença entre as modalidades e decida a melhor opção para que você exerça a profissão tão sonhada de maneira rentável e financeiramente sustentável.

Pessoa Jurídica

Não existe diferença na rentabilidade como PF ou PJ. O que o médico deve avaliar, no entanto, são as regras de tributação. Nesse caso, ele precisa abrir a sua própria empresa e optar pelo regime tributário que se encaixa no nível de faturamento e realidade profissional.

Existem três regimes tributários no Brasil: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real e para cada situação de negócios, recomenda-se um diagnóstico para apurar qual seria o cenário mais adequado.

RECEITA BRUTA EM 12 MESES (R$) ALÍQUOTA VALOR A DEDUZIR (R$)
1ª faixa – Até 180.000 6,00 0,00
2ª faixa – de 180.000,01 até 360.000, 00 11,20 9.360,00
3ª faixa – de 360.000,01 até 720.000,00 13,50 17.640,00
4ª faixa – de 720.000,01 até 1.8000.000,00 16,00 35.640,00
5ª faixa – 1.8000.000,01 até 3.600.000,00 21,00 125.640,00
6ª faixa – 3.600.000,01 até 4.800.000,00 33,00 648.000,00

Outra vantagem é que é possível fazer negócios diretamente com empresas. Essa relação costuma ser mais aceita porque os riscos de problemas trabalhistas são menores, uma vez que a empresa contratada é a responsável por manter todos os trâmites corretos com o seu funcionário. Isso facilita a celebração de contratos.

Para obter um CNPJ, é preciso apenas que o médico tenha endereço fixo e CRM ativo. No máximo em 15 dias o profissional conseguirá realizar as prestações de serviços e emitir nota fiscal para receber a produção do mês.

Pessoa física

O médico pessoa física atua como profissional autônomo e inicia as atividades recolhendo pelo menos 27,5 % de Imposto de Renda. Além desse custo, deverão ser pagos o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o alvará de localização e o Imposto Sobre Serviços (ISS), tributo que incide na prestação de serviços realizada por empresas e profissionais autônomos.

Para obter um rendimento mensal tranquilo, é preciso que o profissional faça uma projeção dos rendimentos e despesas, analisando os valores líquidos que serão tributáveis para imposto de renda.

Para isso, é essencial e obrigatório que o médico utilize o livro caixa. O documento é indicado para planejamento tributário de profissionais autônomos e tem o objetivo de deixar eficiente os rendimentos na pessoa física. O profissional da medicina pode, por exemplo, utilizar-se das despesas dedutíveis pertinentes à execução da profissão, é possível diminuir ou até zerar os 27,5% do rendimento na pessoa física.

Por exemplo:

Um médico que recebe rendimentos mensais de aproximadamente R$ 50 mil em pessoa física tem tributação na alíquota 27,5% e dedução de R$ 869,36 no pagamento do imposto, portanto, R$12.880,64/mês.

Se suas despesas dedutíveis mensais somarem R$ 10 mil com a utilização do livro caixa, o imposto passa a ser R$ 10.130,64, o que representa uma economia mensal de R$ 2.750,00, e anual de R$ 33 mil.

(Print do livro caixa enviado pela cliente)

SEM CONSULTA

RENDIMENTO MENSAL IMPOSTO MENSAL IMPOSTO ANUAL
R$50.000,00 R$12.880,64 R$154.567,68

COM CONSULTA

Rendimento mensal Despesas dedutíveis Imposto mensal Imposto anual
R$50.000,00 R$10.000,00 R$ 10.130,64 R$ 121.567,68
        ECONOMIA MENSAL  –        R$ 2.750,00     

        ECONOMIA ANUAL –           R$ 33.000,00                                                                                      

O que é necessário saber antes de tomar qualquer decisão?

Qualquer profissional médico que deseja se tornar pessoa física ou jurídica não pode negligenciar a sua contabilidade. Por isso, é muito importante passar por uma assessoria contábil. S

omente com um suporte especializado é possível traçar um plano estratégico que se adeque à sua realidade profissional, de maneira eficiente e rentável.

A empresa precisa ser proativa e não se limitar a tarefas burocráticas. É importante ouvir o que o cliente tem a dizer e, a partir daí, traçar decisões estratégicas que ajudem o médico a pagar menos e ganhar mais, tudo dentro da lei.

Precisa de ajuda? Fale com um consultor da Mitfokus.

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Minha formatura em medicina será neste ano, e agora?

Minha formatura em medicina será neste ano, e agora?

Todos os anos, as faculdades disponibilizam no mercado mais de 25 mil novos profissionais, que têm muitas dúvidas sobre o que fazer no início da carreira

Formatura em medicina. De acordo com dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), há no Brasil mais de 500 mil médicos com registro profissional ativo.

Por sua vez, o Censo do Ensino Superior diz que existem atualmente 376 faculdades na área, e 181 dessas instituições de ensino superior foram abertas entre 2011 e 2021. Isso significa que todos os anos cerca de 25 mil pessoas concluem a graduação e adentram no mercado de trabalho.

E um dos principais questionamentos desses indivíduos, que estão, nesse ano de 2023, no último ano do curso de Medicina é: o que eu vou fazer depois de me formar? Logo depois, surgem as perguntas: qual das 55 áreas devo atuar? Afinal, é melhor seguir os rumos da especialização ou da residência médica? O que é mais lucrativo, abrir o próprio consultório ou trabalhar em regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)?

É normal ficar confuso nesse momento, já que os gaps entre a faculdade e a vida real são enormes. Ademais, como a Medicina tem um vasto conjunto de opções, qualquer passo errado – antes mesmo de começar a carreira – pode ser traumatizante. 

Sabendo das dificuldades nesse processo de transição, a Mitfokus, empresa especializada em soluções tecnológicas, financeiras e tributárias para a área médica, listou alguns caminhos para o estudante que se formará esse ano iniciar sua trajetória profissional.

Uma das opções após a formatura em medicina é a escolha por ser médico generalista, que é válida para quem ainda não decidiu qual especialidade deseja seguir. De acordo com o Salario.com.br, portal de cargos e remunerações atualizado através de dados oficiais do mercado de trabalho brasileiro, hoje, um médico generalista ganha em média R$ 11.267,05 para uma jornada de trabalho de 28 horas semanais.

Mas, antes de optar pelo cargo, deve-se ter em mente que a jornada é corrida e muitas vezes estressante. Contudo, um dos principais benefícios dessa área de exercício é que o aprendizado – lidar com tipos diferentes de pacientes e, portanto, variadas patologias – fará com que o recém-formado reconheça qual segmento tem mais afinidade.

Para quem já tem em mente em quais trilhos quer fazer carreira, o ideal é fazer residência médica, uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização cuja duração é de 2 a 5 anos.

Funcionando em instituições de saúde denominadas hospitais-escola, os pós-graduandos realizam atividades remuneradas sob a orientação de médicos especialistas. Isso significa que quanto mais cedo o médico se torna especialista, mais rápido ela alcança progresso e autonomia no seu trabalho. Uma das principais vantagens em priorizar a residência médica é que, sendo um especialista, o médico receberá um salário bem maior do que sendo generalista.

Mas, como para entrar na residência é necessário investir muito tempo em estudo, uma vez que as provas são difíceis, há quem opte por fazer uma pós-graduação, que é outra forma de se aprofundar em algum segmento.

Com duração de 2 anos, o estudante de pós-graduação se dedica a atividades de ensino, pesquisa e desenvolvimento. Após a conclusão do curso, chega a hora de realizar a prova de título, um exame teórico e prático anual formulado pela Sociedade Brasileira. Em tese, é essa avaliação que concede a aptidão para um médico trabalhar em uma especialidade, inclusive de forma acadêmica. O mais aconselhável, antes de ingressar na pós, é ler os editais da área cuja afinidade seja maior, verificando se as propostas apresentadas correspondem com o que o candidato tem em mente.

Porém, quem queira fazer seu próprio horário e ter emprego fixo. Nesse caso, a opção é abrir um consultório médico, o que não é nada fácil também. Primeiro, por conta das questões empresariais e fiscais que permearão todo o processo, e que começarão a acompanhar o médico antes mesmo da inauguração do espaço.

Ademais, é preciso conquistar a confiança dos pacientes, contar com pessoas especializadas na administração, estudar sobre educação financeira e buscar sempre a inovação. 

Fato é que, independentemente da decisão a ser tomada, todo médico recém-formado precisa ser interativo e manter um bom relacionamento com sua equipe de trabalho, um dos principais pilares para uma boa evolução da carreira.

Outras orientações são: pedir auxílio sempre que tiver dúvidas sobre procedimentos, prescrições ou em como atender melhor a um indivíduo; prestar atenção, interpretar tudo que o paciente estiver falando e observar seus sintomas, tratando-os com educação, empatia, respeito e cordialidade; e manter-se sempre atualizado, procurando diariamente ler livros e artigos, ou assinando fóruns e podcasts.

Por fim, como a rotina do médico é bem corrida, é fundamental saber, ainda, priorizar um tempo para descanso e diversão. Atividades físicas, hobbies e meditação são ótimos aliados para colocar os pensamentos e as emoções em ordem, fazendo com que o profissional atue de forma mais tranquila.

Lembre-se: o trabalho médico é providenciar saúde e bem-estar para as pessoas, por isso, quem adentra nessa área nunca pode esquecer de ter o próprio equilíbrio entre mente e corpo, o maior diferencial para ter mais disposição, energia e felicidade naquilo que se faz.

Dessa forma, se a sua formatura em medicina está chegando, a Mitfokus Contabilidade Médica conta com um programa exclusivo para os médicos recém-formados, para auxiliar no início da carreira. Para saber mais, acesse aqui

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Tributação para médicos PJ: qual regime é o melhor para 2023?

Tributação para médicos PJ: qual regime é o melhor para 2023?

Tema exige atenção o ano todo, e não apenas nos períodos de vencimento de prazos

Tributação para médicos. Todas as empresas são obrigadas a declarar o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), à exceção das micro e pequenas empresas que se enquadram no Simples Nacional. O pagamento do tributo é sempre feito trimestralmente, no último dia útil dos meses de março, junho, setembro e dezembro.

Outro dever das empresas é enviar à Receita Federal a Escrituração Contábil Fiscal (ECF), que substitui a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) desde 2014, e tem transmissão prevista para o último dia útil do mês de julho do ano posterior ao do período da escrituração.

Essas incumbências chamam atenção dos médicos com CNPJ e das empresas de saúde sobre a importância do balanço financeiro e fiscal.

É importante ressaltar que é o relatório, feito por especialistas em Direito Tributário e Contabilidade, que fará com que o médico tenha a possibilidade de modificar a sua opção fiscal e escolher corretamente o melhor regime tributário, o que significará redução nas alíquotas e, por consequência, menos dinheiro dispendido com impostos, taxas e contribuições.

Lembrando que o mês para a escolha de regime é janeiro, e quem perde o prazo tem que ficar com a opção do exercício anterior por todo o novo exercício. Portanto, o assunto é de fundamental cuidado e deve ser levado em consideração não somente em dezembro, mas deve estar em pauta durante todo o ano!

Há profissionais que entendam que o Simples Nacional, por ser um regime de arrecadação de impostos aparentemente menos complicado, com alíquota única de recolhimento, mensal, já previamente definida, é a opção mais adequada. Contudo, tal sistema é tão complexo quanto os outros.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão é preciso parar e fazer um balanço de comparação com as outras opções disponíveis.

Caso o médico pessoa jurídica não optar pelo Supersimples, resta escolher o Lucro Real ou o Lucro Presumido. No primeiro caso, como o próprio nome indica, os impostos recaem sobre o lucro obtido com o negócio, e não sobre a renda bruta, como acontece no Simples. Em palavras usuais, se deu lucro, paga imposto; se deu prejuízo, não paga nada.

Já o Lucro Presumido incide sobre um pressuposto da receita futura da empresa. Assim, a empresa define um índice de lucro que estima ter nos meses subsequentes e paga o imposto somente sobre esse percentual.

Trata-se de uma opção conveniente se o lucro real for superior à aferição. Em tese: se o médico, consultório ou clínica teve prejuízo, não há nenhuma vantagem, entretanto, se auferiu mais receita do que a taxa presumida, vale a pena.

Para se ter ideia sobre o prejuízo financeiro que os médicos vêm tendo por acreditarem que o Simples é o mais simples de todos os regimes, ao procurarem a Mitfokus Contabilidade Médica, startup de tecnologia especializada em planejamento tributário, contábil e gestão financeira para a área de saúde, de cada dez, nove estão perdendo dinheiro.

A bem da verdade é que a maioria ingressa no Supersimples, na abertura do CNPJ, e por lá acaba se perpetuando.

Ocorre que, como não existe fórmula pronta para escolher o melhor regime tributário para uma empresa e como a predileção por um tipo não pode ser mudada ao longo do ano, o empreendedor não pode fugir da calculadora e precisa pesar bem os prós e os contras de cada regime.

Nesse sentido, como esse enquadramento tributário precisa ser pensado no decorrer de todo o ano-calendário, o ideal é que os cálculos contábeis sejam feitos mês a mês, para ser possível analisar, por exemplo, se o Lucro Presumido, não seria a modalidade mais benéfica.

Na Mitfokus, o Lucro Presumido para médicos vem se saindo como a opção menos onerosa, mesmo exigindo uma gestão contábil e fiscal mais detalhada e trabalhosa, por conta da pejotização da classe.

De fato, com a alta demanda dos hospitais e clínicas contratantes, o CNPJ é formado por grupos de médicos, e o faturamento se torna fruto dos resultados, somados, de cada integrante.

Em regra, a carga de tributos federais do Lucro Presumido é de 11,33%, acrescida do Imposto Sobre Serviços (ISS), de caráter municipal, que varia de 2% a 5%, dependendo do município.

O modelo tem se mostrado um regime mais benéfico, também, para os médicos com CNPJ que trabalham com serviços hospitalares e se formam em grupos ou sociedades; assim se tem mais facilidade para obter benefícios previstos na legislação.

Para o segmento médico-hospitalar, quem tem a empresa inscrita nessa modalidade fiscal pode ter alíquotas reduzidas, capazes de baixar a carga tributária do negócio em até 9%.

Por fim, o melhor – e mais adequado a ser feito – é conversar com um especialista, analisar a situação econômico-fiscal da empresa e fazer um planejamento tributário detalhado e estratégico, levando em consideração todas as variáveis e particularidades de sua empresa.

Saiba mais em: https://www.mitfokus.com.br/

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Como começar a receber pelos plantões?

Como começar a receber pelos plantões?

Saiba qual porte de empresa pode ser aberta de maneira mais rápida para prestações de serviço em urgência e emergência

Como começar a receber pelos plantões? Se você é médico recém-formado ou está prestes a se formar, existe uma dúvida recorrente sobre como receber pelos serviços quando iniciarem as experiências da profissão. A melhor maneira de começar a receber pelos plantões, aumentar as oportunidades de trabalho, pagar menos impostos e, ainda, elevar a renda no final do mês é abrindo uma empresa.

A maneira mais rápida e mais procurada de ser médico Pessoa Jurídica (PJ) e conseguir receber pelos plantões é optando pela Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). De acordo com o Mapa de Empresas, do Governo Federal, o tempo médio de abertura, que inclui a viabilidade e registro, leva pouco mais de um dia. Essa natureza jurídica é constituída de apenas um sócio, que possui responsabilidade limitada ao capital social investido na empresa. Isso significa que, em caso de dívidas ou prejuízos, o patrimônio pessoal do sócio tem proteção jurídica.

ENQUADRAMENTOS

Uma empresa de Sociedade Limitada Unipessoal pode ser Microempresa (ME), pequena, média ou de grande porte. O que vai definir onde ela se enquadra é o seu faturamento. No Microempreendedor (ME), o faturamento pode chegar até R$ 360 mil. As de pequeno porte devem ter um faturamento maior que R$ 360 mil e menor ou igual a R$ 4,8 milhões; já as médias, mais de R$ 4,8 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões. As grandes empresas precisam ter renda anual de mais de R$ 300 milhões.

Abrir uma Microempresa exige o cumprimento de algumas etapas. Saiba quais são:

Passo 1 – Nome empresarial
O nome empresarial é como os seus clientes conhecerão a sua empresa.

Passo 2 – Atividades que serão exercidas
Você precisará escolher as atividades exercidas pela sua empresa para atribuir a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). A CNAE serve para escriturar e apurar a tributação dos serviços médicos.

Passo 3 – Endereço fiscal
Verifica-se com a prefeitura a viabilidade das atividades escolhidas para funcionar no endereço informado, bem como se não há pendências nos órgãos de controle (vigilância sanitária, corpo de bombeiros, licença ambiental etc.).

Passo 4 – Contrato social
É o documento jurídico que definirá a participação societária em termos de capital, atividades exercidas e funcionamento. O contrato social deverá ter reconhecimento de assinatura (plataforma de assinatura digital ou reconhecimento de firma em cartório). Em alguns casos, um advogado também precisará assinar o documento.

Passo 5 – Receita Federal e Junta Comercial
Para a empresa existir, é preciso registrar o contrato social e documentos pessoais, ato conhecido como arquivamento, que gera publicidade para terceiros. Serão cobradas taxas de arquivamento. Com tudo acertado, é só aguardar a ativação da empresa.

Passo 6 – Inscrição municipal
Liberação da Nota Fiscal de Serviço.

Passo 7 – Regime tributário
Nesta etapa, deve ser definido como serão cobrados os impostos a serem recolhidos. Não é uma regra, mas, normalmente, inicia-se com o regime tributário Simples Nacional, sendo simplificado, no qual os tributos são cobrados em uma guia só, chamada de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Porém, é importante verificar com um especialista o cenário mais adequado para a empresa médica.

Passo 8 – Licenças regulatórias
São licenças para exercer a atividade de medicina e registro da empresa no Conselho Regional de Medicina.

Passo 9 – Contratação de especialista
Talvez este seja o passo mais importante de toda a jornada. Para abrir uma sociedade médica dentro da lei e com mais praticidade, é imprescindível a participação de uma assessoria societária especializada na área da saúde.

É importante contar com o auxílio de um contador em todas as etapas da abertura para escolher as melhores opções para a sua empresa, principalmente em relação ao regime tributário e outros passos mais burocráticos. Por isso, para iniciar a carreira e começar a receber pelos seus plantões, entre em contato com um consultor da Mitfokus.

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Controle financeiro no início da carreira médica, como planejar?

Controle financeiro no início da carreira médica, como planejar?

Saiba a importância de um especialista para ajudar a pagar menos impostos e aumentar a sua margem de lucro

Como planejar o controle financeiro no início da carreira? Após enfrentar um vestibular concorrido e passar pelo menos seis anos na faculdade, chega a tão sonhada graduação em Medicina.

Porém, uma das preocupações que pode vir a “tirar o sono” durante todo o período na universidade, além de decidir qual carreira seguir, é se será possível alcançar a estabilidade financeira. Vamos por partes.

Primeiro, essas dúvidas são normais para qualquer pessoa que está saindo da faculdade e entrando no mercado de trabalho, independentemente da área que atua. Mas entende-se que existe uma cobrança maior para quem se formou em Medicina, especialmente pelo alto investimento diante dos demais cursos.

O mercado de trabalho é bastante diverso. Existem plantões, carreira acadêmica, rede pública de saúde, cooperativas, consultórios, ou até mesmo a possibilidade de abrir uma clínica própria. A escolha depende da carreira que o profissional quer seguir, conforme as suas próprias projeções de futuro e investimento. No entanto, independentemente de qualquer decisão, é preciso ter a consciência de fazer uma reserva financeira para utilizar nos momentos de imprevistos.

De acordo com Thaís Carneiro, responsável pela área de médicos recém-formados da Mitfokus, os médicos em inserção no mercado têm uma receita razoável, mas o sucesso financeiro depende de alguns fatores, como a decisão da área em que querem atuar, mas, sobretudo, se dispõem ou não de receitas suficientes para custear as suas despesas e investir seus ganhos, a partir de um planejamento financeiro e regime tributário adequados.

Exemplo prático

De acordo com Thaís, um médico plantonista consegue ter uma receita líquida de, pelo menos, R$ 10 mil mensais. Nesse caso, a melhor maneira de reter o máximo desse valor é optando pelo Simples Nacional.

Vamos supor que você começou na residência e recebe o pagamento como Pessoa Jurídica. Já imaginou as despesas mensais que você tem que cobrir? Custos de casa, participação em seminários, capacitações… É importante colocar tudo isso no papel, incluindo os tributos, para ver quanto irá sobrar! Independentemente do seu rendimento, os boletos chegam e, se não conseguir o dinheiro necessário, você entrará no vermelho.

Agora, imagine outro cenário: você conseguindo economizar nas despesas com planejamento, otimizando os tributos. É isso que uma empresa de contabilidade especializada pode fazer por você.

Isso porque o imposto tem um impacto muito grande na receita líquida, então quanto mais economizar na carga tributária, melhor para o seu bolso. Nesse caso, começar com o pé direito, otimizando os gastos, é uma excelente alternativa para quem está no início da carreira, tanto para a sua organização financeira quanto para a saúde do seu negócio.

Para esse momento, nós, da Mitfokus, temos o mais completo suporte para que você, médico ou médica, consiga alcançar os seus objetivos, ter controle um bom financeiro e sucesso, a partir da sua escolha profissional.

Agora ficou fácil começar a sua organização financeira e investir no seu futuro, não é mesmo? Preencha o formulário e logo em seguida entraremos em contato com você.

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Certificado digital: o que é e quais vantagens para o médico?

Certificado digital: o que é e quais vantagens para o médico?

Saiba como a ferramenta se tornou imprescindível para a rotina em consultórios e clínicas

Certificado digital: a evolução tecnológica também tem acelerado o uso de documentos eletrônicos e certificados digitais, uma maneira que as pessoas físicas e jurídicas encontraram de resolver questões burocráticas com mais agilidade.

A certificação digital é uma espécie de CPF virtual, que serve tanto para PF quanto para PJ. Essa identidade tem o mesmo valor jurídico da assinatura feita à mão e permite que os documentos sejam assinados à distância sem ter que ir ao cartório.

Para isso, o sistema utiliza um par de chaves criptografadas, uma pública e outra privada, que nunca se repete. Para validar a sua assinatura, a chave pública compartilhada precisa estar atrelada à privada, às quais só você tem acesso.

Em caso de tentativa de falsificação, ou uso errado da assinatura, a chave pública não coincidirá com a chave privada e toda identificação vai falhar. Ou seja, é um sistema seguro.

Tipos de certificação

Os tipos mais comuns de certificado digital são o A1 e A3. Ambos possuem criptografia. O que diferencia é o armazenamento, sendo que o primeiro é armazenado em um arquivo digital (pode salvar no computador, na nuvem e ter acessos simultâneos), com validade de um ano. Já o segundo é armazenado em token (similar ao pendrive) ou cartão magnético, de acesso único, com validade de três anos.

As certificações precisam estar em nuvem, registradas e no padrão ICP-Brasil – Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira.

Se antes a certificação digital era vista apenas como uma ferramenta para cumprir compromissos fiscais, agora é considerada um recurso para a digitalização da empresa, agilização de processos e segurança jurídica.

Para o setor médico, a expectativa é a mesma. Há muitos médicos assinando documentos digitalmente. Dessa forma, o médico consegue agilizar procedimentos de consulta, prescrição de exames, receituários, além de usar outros documentos na assinatura, como procuração e contratos. Isso, claro, autorizado pelo Conselho Federal de Medicina. Algumas das principais vantagens são:

Praticidade

Com a certificação, o médico pode assinar documentos de qualquer lugar, como emitir receita médica digital, por exemplo. De acordo com o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação do governo federal, o documento deve conter a assinatura do profissional com certificado digital ICP-Brasil nos modelos A1 ou A3 (token ou cartão).

Seja no computador ou celular, o paciente pode imprimir a receita e apresentar ao farmacêutico para confirmação do documento. Imagina o tempo que o profissional e o paciente economizam em casos de retorno, por exemplo, para apenas retirar uma receita de compra de medicamentos? É importante lembrar que a prescrição digital é diferente da receita digitalizada. Neste caso, a versão original precisa estar em mãos para a compra de medicamento.

Segurança

As chaves criptográficas são praticamente invioláveis. É possível aferir a origem e autenticidade das mensagens trocadas pela web garantindo que apenas o titular do certificado esteja realizando determinada operação, além de garantir privacidade.

Redução de custos

Ter a certificação digital não significa que o profissional vai deixar de uma hora para outra o uso de papel para receitas e prescrições. No entanto, a diminuição de impressões, além de ajudar o meio ambiente, reduz significativamente os custos com manutenção de impressora, tinta, papel e energia. E o valor pode ser utilizado de outras maneiras, não é mesmo?

Como ter o certificado digital?

O processo é bem simples e pode ser feito a qualquer momento. O primeiro passo é procurar um escritório autorizado e credenciado ao ITI – Instituto Nacional de Tecnologia da Informação ICP.

O escritório autorizado efetuará uma validação de dados de identificação e confirmação das informações por meio de uma videoconferência e, em seguida, irá gerar o certificado digital.

Quer emitir o seu certificado digital? Entre em contato conosco clicando aqui e adicione hoje mesmo essa ferramenta no seu estabelecimento de saúde. 

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Pejotização médica: afinal, ela é ou não uma prática lícita?

Pejotização médica: afinal, ela é ou não uma prática lícita?

Modalidade de trabalho está na mira da Receita Federal, que a enxerga como uma tentativa de diminuir a tributação do contratado, o que é considerado fraude

Pejotização médica. Há um ano, o Supremo Tribunal Federal aceitou um agravo de instrumento determinando que o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) atendesse aos precedentes da corte e permitisse que o Instituto Fernando Filgueiras (IFF), organização social responsável pela gestão de quatro hospitais públicos e uma unidade de pronto atendimento na Bahia, contratasse médicos como pessoas jurídicas, promovendo a chamada “pejotização”.

Antes de essa decisão ser proferida, o Ministério Público do Trabalho havia movido uma ação civil pública afirmando que a contratação dos médicos pelo IFF era ilícita, por fraudar a Consolidação das Leis do Trabalho, uma vez que na relação médico-hospital havia vínculo empregatício. Então, o TRT-5 proibiu o instituto de contratar médicos por intermédio de pessoas jurídicas, mas depois teve que voltar atrás.

Com essa decisão do órgão considerado o “guardião da Carta Magna”, muitos médicos se perguntam: afinal, a pejotização é boa ou ruim? Como funciona o sistema PJ na medicina? Ela é lícita ou não? Qual é a diferença entre ser prestador de serviço CLT ou pessoa jurídica?

Antes de responder a essas perguntas, a Mitfokus esclarece que o termo “pejotização médica” surgiu do termo “pessoa jurídica”, e diz respeito à contratação de prestação de serviços médicos  por meio de um CNPJ. De acordo com a demografia médica de 2020 elaborada pela FMUSP em parceria com o CFM, em média os médicos possuem quatro fontes de renda. Não há exclusividade quanto ao local de prestação de serviços dos médicos: ora dão plantão em um hospital, ora atendem consultas particulares em coworking etc. Não se trata, na prática, de uma forma de burlar a legislação trabalhista, e sim de uma realidade da dinâmica da prestação de serviços médicos. No entanto, para isso não podem estar presentes os requisitos da relação de emprego entre empresa e pessoa física, que são: exclusividade, pessoalidade, onerosidade, isenção de riscos, não eventualidade e subordinação.

Voltando ao caso do IFF, a Suprema Corte expôs que a pejotização é uma forma de “terceirização lícita”, e deve ser barrada quando for usada para camuflar justamente essa relação de emprego descrita na linha acima. Neste caso específico, segundo o STF, o Ministério Público do Trabalho só poderia atuar se a pejotização fosse uma forma de suprimir o pagamento de verbas trabalhistas, como FGTS, por exemplo. Como não foi o que aconteceu: o órgão não teve legitimidade para mover tal ação.

Entretanto, outra polêmica se faz em torno do assunto, já que essa modalidade de trabalho está sob os holofotes da Receita Federal, que começou a enxergar a pejotização na medicina como uma tentativa de diminuir a tributação do contratado, o que é considerado fraude, crime de caráter penal, com punições que variam de multas em valor ampliado do tributo devido até cinco anos de prisão.

Portanto, a pejotização médica é um evento intrincado tanto para quem emprega quanto para os médicos, porque a Receita Federal compreende que o vínculo entre a pessoa jurídica prestadora de serviços e a tomadora dos serviços (pessoa física ou jurídica) não pode, em nenhuma hipótese, ocultar um nexo trabalhista, em que o médico atue com subordinação, habitualidade, subordinação, salário fixo e pessoalidade. Em suma, a prática, para o fisco, é pura tentativa de diminuir a tributação, o que configura fraude. Não é à toa que ela pode trazer consequências severas para a empresa contratante e para o trabalhador.

Porém, da medicina, cada vez mais hospitais (particulares e públicos) e clínicas têm exigido que os médicos constituam empresas, ou seja, abram um CNPJ para que, posteriormente, sejam contratados. E o que era para ser uma mera prestação de serviço acaba se transformado em uma relação de emprego sem as garantias e os benefícios da contratação via CLT.

As principais diferenças entre ser prestador de serviço pessoa física e jurídica são: no caso de pessoa física, o médico pode trabalhar com carteira assinada ou como autônomo, e na CLT ele terá direito a férias remuneradas, 13º salário, FGTS, seguro-desemprego, licença-maternidade, direito a auxílio-doença e outros benefícios. Já o autônomo, como o próprio nome sugere, recebe por Recibo de Pagamento do Autônomo, sem benefícios nem garantias celetistas. Ele tem como obrigação pagar tributos como o Imposto sobre Serviços, que é descontado do pagamento.

No caso de médico que constitui empresa, com CNPJ, os impostos são menores, incidindo somente sobre a modalidade. E o trabalhador não tem os direitos trabalhistas.

Como são muitas as exigências em ambas as relações laborais, o ideal é que o médico conte com uma contabilidade especializada, como a Mitfokus, para auxiliá-lo e evitar dores de cabeça com o fisco. 

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Plantões médicos: quais os direitos e deveres dos recém-formados?

Plantões médicos: quais os direitos e deveres dos recém-formados?

Entenda o que o médico recém-formado precisa saber para iniciar a carreira

Plantões médicos. Com mais de 500 profissionais na área hoje em exercício, e uma parcela considerável (cerca de 47,4%) atuando em regime de plantões médicos, de acordo com o estudo Demografia Médica no Brasil 2020, do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Universidade de São Paulo (USP), o post de hoje fala sobre os principais desafios a serem superados pelos recém-formados que querem aventurar nesse caminho árduo, mas que é uma boa chance em termos de experiência e um plus quando é chegada a hora de pagar as contas.

Primeiramente, é preciso enfatizar que os plantões médicos, um trabalho noturno ou em dias e horas normalmente sem expediente, é um regime implantado para certificar o pronto atendimento aos pacientes, internados ou não, nas instituições de saúde, inclusive no que tange às emergências. Para exercer a função, é preciso ter a graduação em Medicina e o registro no Conselho Regional de Medicina. As contratações podem ocorrer como prestação de serviços, em regime PJ, ou com contrato de carteira assinada (CLT).

Na maioria das vezes, a duração de um plantão é prevista no próprio regimento interno da organização de saúde e, geralmente, é composta por períodos de seis a 12 horas, ocorrendo nos seguintes ambientes: pronto-socorro, Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e enfermaria.

Uma dúvida comum entre os recém-formados é se nos plantões há hora extra, recurso que a empresa e o trabalhador possuem para possibilitar a extensão esporádica do expediente de trabalho. E a resposta é sim: o tempo trabalhado além da jornada padrão, e que resulta em pagamento adicional, existe e deve ser remunerado com adicional de 50% quando trabalhado de segunda a sábado e de 100% aos domingos e feriados. 

No que diz respeito aos direitos trabalhistas do plantonista, com exceção se ele for contratado sob regime pessoa jurídica, obrigatoriamente deve haver um vínculo empregatício, seguindo os parâmetros tanto da Consolidação das Leis do Trabalho quanto da Lei nº 12.842/2013, que trata do exercício da Medicina.

Então, a instituição que o contratou, além do pagamento mensal, deve realizar a quitação de férias, com direito a 1/3, 13º salário, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), aviso-prévio, recolhimento da previdência e adicional de insalubridade, um benefício a todo trabalhador que está exposto a um ambiente potencialmente nocivo.

Nesse último, em especial, devido ao contato do plantonista com agentes patológicos e pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, os médicos plantonistas celetistas têm o direito de receber um complemento salarial, que é calculado sobre o salário-mínimo. 

Ademais, como o  salário dos médicos plantonistas é proporcional às horas trabalhadas, caso trabalhem menos horas do que o esperado, receberão valores abaixo do piso salarial.

Como estamos falando aqui de um trabalho exaustivo, é necessário que o candidato tenha bom preparo psicológico e físico para o enfrentamento de longas horas noite adentro e conseguir lidar com os mais diversos tipos de pacientes, muitos deles em estado gravíssimo.

E, considerando todos esses fatores, óbvio que esses trabalhadores possuem muitos deveres, entre os quais destaque para os seguintes: respeitar horários; zelar pelo sigilo médico; não assumir a responsabilidade de algo que não conheça ou tenha participado; respeitar a prescrição ou tratamento concedido por outro médico; informar a outro plantonista ou ao médico responsável o quadro clínico dos pacientes que estão sob seus cuidados.

Por fim, e não menos importante, todo médico tem a prerrogativa de decidir não trabalhar sob más conjunturas, e com o plantonista essa realidade não é diferente. Pelo contrário: é de responsabilidade da instituição de saúde endossar um ambiente digno de trabalho e todos os meios imprescindíveis à prática médica.

Uma dica para que os recém-formados em Medicina que estejam pensando em se aventurar no universo dos plantões é contar com a ajuda de profissionais especializados em finanças, gestão trabalhista e previdenciária, como os da Mitfokus Contabilidade Médica, por exemplo.

Utilizando recursos da tecnologia, e com total expertise na área econômica, contábil e tributária da área médica, eles trabalham para que o médico só se preocupe em promover saúde e combater doenças, sua verdadeira expertise, reabilitando as pessoas e fornecendo mais tempo para pacientes ficarem entre os seus entes queridos.

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