Pagar menos impostos

Pagar menos impostos. Será que é possível, no seu negócio da área da saúde?

Apenas 11% dos médicos pagam impostos corretamente. Esse é um dado de um estudo realizado pela Mitfokus.

Isso acontece porque normalmente os médicos não contam com a expertise de uma contabilidade especializada na área médica, e acabam gerando graves ralos financeiros.

Nesse guia, você vai entender o que são regimes tributários, em qual regime a sua empresa médica deve ser enquadrada, o que são ralos financeiros e como eliminá-los, quais são as alíquotas de impostos e muito mais!

Descubra como diminuir seus impostos com um planejamento tributário eficiente e benefícios fiscais previstos em lei para a área médica.

IRPJ: saiba como reduzir a carga tributária na área médica

IRPJ: saiba como reduzir a carga tributária na área médica

Em janeiro vence o Imposto Trimestral, saiba como reduzir a carga tributária para médicos e clínicas.

No dia 31 de janeiro, médicos e clínicas constituídos como pessoa jurídica enquadrados no regime tributário de Lucro Presumido, vão realizar o primeiro pagamento de tributos federais de 2024. O IRPJ e o CSLL são um imposto alto e com apuração trimestral.

No entanto, médicos e clínicas podem reduzir a carga tributária médica em até 70% ao ano. 

O que é o Imposto Trimestral?

No regime tributário de Lucro Presumido, o Imposto Trimestral inclui o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Esses impostos são fixos e apurados de formas diferentes. Porém são muito altos porque soma-se o faturamento de 3 meses.

Médicos e clínicas pagam mais impostos do que deveriam

89% dos médicos pagam tributos a mais, gerando enormes perdas financeiras ao longo de uma carreira.

A Mitfokus Contabilidade Médica, fez um levantamento baseado em seu histórico de atuação, que estima até R$1,2 bilhão de custos com impostos de forma desnecessária

Ao não contar com os serviços de uma contabilidade especializada na área da saúde, os médicos normalmente não recebem orientação sobre benefícios que reduzem a carga tributária na medicina.

Consequentemente, deixam de aproveitar benefícios fiscais previstos em lei que geram economia financeira com segurança a esses profissionais e seus negócios.

Como reduzir o valor do seu Imposto Trimestral?

No caso de médicos e clínicas que realizam exames, procedimentos ou cirurgias, a legislação os equipara a serviços hospitalares. Algo que garante um tratamento diferenciado em termos de tributação. 

Ou seja, se você ou a sua clínica investe em procedimentos, realiza exames ou cirurgias, pode pagar menos impostos em conformidade com a lei. 

Na prática, aplicando o benefício com o auxílio de uma contabilidade médica, a base de cálculo da presunção de lucro para a cobrança do IRPJ e o adicional do Imposto de Renda é reduzida de 32% para 8%. 

Além disso, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido também sofre redução, de 32% para 12%. E isso, reflete na diminuição da carga tributária. 

No entanto, existem alguns requisitos para aproveitar esse benefício fiscal, que podem variar de acordo com a região em que o médico está, e também com a legislação, em constante mudança. 

Nesse sentido, você precisa entender quais são os requisitos e procedimentos necessários para aplicar o benefício em seu negócio. 

A área da saúde possui regras tributárias específicas e por isso, você deve buscar o auxílio de uma contabilidade especializada no setor para conseguir aproveitar não apenas esse, mas também outros benefícios fiscais para reduzir a carga tributária médica com segurança.

O momento certo para pedir auxílio de uma contabilidade médica é agora

Esse mês em que vence o lmposto Trimestral, é o momento ideal para buscar o auxílio de uma contabilidade especializada na área médica.

Nesse sentido, a Mitfokus auxilia médicos e clínicas a aproveitarem benefícios tributários com segurança, realizando um planejamento tributário eficiente com foco na saúde financeira médica a longo prazo. 

Além disso, realiza o processo de requerer revisão de impostos, para reaver o dinheiro pago em tributos a mais nos últimos 5 anos. 

Se você quer reduzir o seu imposto com segurança e em conformidade com a lei, fale com um especialista da Mitfokus clicando aqui.

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Curso Planejamento Financeiro para Clínicas: Eleve os lucros do seu negócio

Curso Planejamento Financeiro para Clínicas: Eleve os lucros do seu negócio

Domine técnicas de gestão financeira e estratégias para absorver os impactos da Reforma Tributária e aumentar a lucratividade da sua clínica.

O ano de 2024 será desafiador para clínicas e consultórios médicos, especialmente com as mudanças nas regras tributárias oriundas da Reforma Tributária promulgada no Congresso Nacional em dezembro de 2023. 

Neste cenário, a CEO da Mitfokus, Júlia Lázaro, lança o curso “Planejamento Financeiro para Clínicas“. Com vagas limitadas, essa é uma grande oportunidade para médicos e gestores que buscam transformar suas clínicas em negócios mais lucrativos.

Por que o Curso de Planejamento Financeiro é essencial para a sua clínica em 2024?

Esse ano começa a transformação tributária na saúde. Para clínicas e consultórios médicos, isso significa a necessidade de adaptação rápida.

Logo, o curso ministrado por Júlia oferece estratégias práticas para não apenas sobreviver neste novo cenário, mas prosperar, e conquistar eficiência financeira a longo prazo.

A Experiência e expertise de Júlia Lázaro

Júlia é mentora e palestrante. Com mais de 20 anos de experiência em finanças e como CEO da Mitfokus, uma fintech de contabilidade médica digital, seu histórico de sucesso em auxiliar centenas de clínicas a alcançar eficiência financeira é um testemunho da qualidade e relevância de suas mentorias. 

O que você vai aprender no Curso de Planejamento Financeiro para Clínicas?

O conteúdo do curso foi cuidadosamente estruturado para abordar aspectos cruciais da gestão financeira. O seleto grupo de médicos e gestores aprenderá a:

  • Avaliar histórico e dados financeiros: Uma compreensão profunda do passado financeiro da clínica é essencial para planejar o futuro.
  • Identificar ralos financeiros: Aprender a detectar e corrigir perdas financeiras que prejudicam o lucro.
  • Fazer projeções de receitas, custos e despesas: Um elemento chave para qualquer planejamento financeiro bem-sucedido.
  • Contabilidade estratégica e planejamento tributário: Com a Reforma Tributária, esta habilidade é ainda mais relevante do que nunca.
  • Elaborar e analisar a DRE: Uma ferramenta crucial para entender a saúde financeira da clínica, e mais!

Além disso, o curso inclui um bônus especial: um plano prático de implementação com material de acompanhamento realizado x planejado.

Como garantir a sua vaga?

As vagas para o curso “Planejamento Financeiro para Clínicas” já estão abertas, com um investimento de R$397. Esse é um investimento no futuro do seu negócio. 

Não perca esta oportunidade de transformar sua clínica em um negócio mais lucrativo em 2024. Para garantir a sua vaga, clique aqui.

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A importância da saúde financeira para os médicos

A importância da saúde financeira para os médicos

Para ter sucesso na área médica não basta apenas uma excelência clínica, mas também uma boa gestão financeira.  

Você sabe qual a importância da saúde financeira para os médicos? Uma carreira financeiramente saudável está diretamente ligada a uma prática médica sustentável e também a uma melhor qualidade de vida ao profissional da área da saúde. 

Nesse sentido, na semana em que celebramos o Dia do Médico, confira a importância da saúde financeira na área médica em diversos aspectos.

A sustentabilidade do seu negócio na área da saúde

Com uma boa gestão financeira, você tem um fluxo de caixa saudável. Isso permite que a sua clínica consiga operar com tranquilidade, pagar fornecedores, impostos e outros encargos em dia. 

Além disso, pode investir mais no seu negócio, comprando equipamentos e tecnologia para otimizar a gestão da clínica e melhorar o atendimento ao paciente.

Se você tem saúde financeira, consegue ainda criar uma reserva de emergência para imprevistos ou tempos difíceis. Garantindo assim, que a sua clínica esteja segura, e você também.

Ademais, sem preocupações financeiras, você pode se concentrar em exercer sua profissão com maestria e melhorar os processos da clínica, oferecendo um serviço de maior qualidade.

Educação continuada e qualidade de vida além da profissão 

Com uma boa gestão financeira na clínica, consequentemente você terá lucros maiores, garantindo uma boa renda. Com essa renda, você tem estabilidade para investir seu tempo e dinheiro em questões importantes além da prática médica.

Como por exemplo, a sua educação continuada. Uma vez que, é fundamental que o médico busque atualização profissional em cursos, conferências e seminários a fim de oferecer diagnósticos mais precisos e tratamentos avançados aos pacientes.

Além disso, com uma clínica financeiramente saudável, você consegue ter processos bem estabelecidos e uma equipe bem preparada, para que você possa dedicar tempo de qualidade a sua família.

No mais, é essencial aproveitar a vida além da profissão. Com saúde financeira, você pode investir o seu tempo em viagens, hobbies, entre outros.

Aposentadoria garantida

Com saúde financeira, você pode reinvestir os lucros e criar fontes de renda passiva em outras clínicas, negócios ou até mesmo com investimentos no mercado financeiro. Conseguindo portanto, programar sua aposentadoria de diversas formas com tranquilidade.

Em se tratando de planejamento tributário, um plano de aposentadoria interessante é o PGBL.

Você pode fazer contribuições para o plano, e o valor dessas contribuições é deduzido do Imposto de Renda (IR) no ano em que são feitas, até o limite de 12% da renda bruta anual tributável.

Logo, investindo no PGBL, o médico reduz sua base tributável, algo que pode resultar em um menor pagamento de IR ou no reembolso de impostos.

Nesse sentido, é necessário contar com os serviços de uma contabilidade médica para a ter saúde financeira

Os custos associados à prestação de serviços na área da saúde e manutenção de clínicas são geralmente altos, e 89% dos médicos pagam mais impostos do que deveriam.

Sendo assim, é fundamental que você conte com os serviços de uma contabilidade especializada na área médica para ter saúde financeira.

Isso porque especialistas no setor entendem as complexas regras tributárias médicas e conhecem benefícios fiscais que vão garantir que você pague menos impostos em conformidade com a lei.

E assim, você consegue ter eficiência financeira para garantir a sustentabilidade do seu negócio, uma excelente qualidade de vida e uma aposentadoria tranquila.

Agora que você entendeu a importância da saúde financeira para os médicos, reflita: será que você está pagando mais impostos do que deveria?

Para descobrir, solicite agora seu diagnóstico tributário gratuito com a Mitfokus, clicando aqui.

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A sua clínica médica está pagando imposto a mais? Descubra

A sua clínica médica está pagando imposto a mais? Descubra

Saiba como evitar que o seu negócio perca dinheiro e entenda como aumentar a lucratividade

Toda empresa precisa pagar impostos e com o negócio médico não é diferente. Mas, será que a sua clínica médica está pagando imposto a mais? De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), divulgados pelo site Impostômetro, cerca de 95% das empresas pagam mais impostos do que deveriam.

Isso porque a legislação tributária brasileira é muito complexa, com mais de 40 mil leis tributárias em vigor. É necessário manter os tributos em dia para continuar o trabalho dentro da lei, mas, não é certo e nem justo com você, médico, pagar mais impostos do que deveria. Por isso, atente-se a essas dicas para saber se a sua empresa médica está pagando impostos de maneira adequada.

Alíquota efetiva do IR

É preciso que os médicos saibam a alíquota efetiva, que é o percentual final de imposto de renda que vai incidir sob os seus rendimentos. Por exemplo, quanto a empresa paga por faturar R$ 100 mil por mês? Este é o ponto de partida. “Tem profissionais que não sabem responder a esta pergunta básica, que deve ser compreendida por todos que decidem empreender na área médica”, afirma Júlia Lázaro, CEO e fundadora da Mitfokus.

Além disso, entender a alíquota efetiva do imposto ajuda a identificar possíveis problemas ou oportunidades de economia fiscal. Se você descobrir que está pagando uma taxa muito alta de imposto em relação à sua renda, pode ser necessário uma análise para ajustar sua estratégia fiscal e reduzir a sua carga tributária.

Por outro lado, se você descobrir que está pagando menos impostos do que esperava, pode ser uma oportunidade para aumentar sua renda ou aproveitar mais deduções fiscais.

Regime tributário

Outro ponto é saber qual o melhor regime tributário para a clínica, se Simples Nacional ou Lucro Presumido. Para ser enquadrada no Lucro Presumido, por exemplo, a empresa médica precisa ter uma receita bruta anual de até R$ 78 milhões/ano.

Em contrapartida, no Simples Nacional, o rendimento é de até R$ 4,8 milhões/ano. Hoje, o Simples Nacional está dividido em cinco anexos, distribuídos conforme o tipo de atividade, com seis faixas de receitas e diversas alíquotas distintas.

Para saber em qual anexo se enquadra a sua clínica médica, é importante contar com um contador especializado na área médica, pois somente com uma análise detalhada das atividades exercidas pela empresa é possível encontrar o melhor enquadramento e evitar problemas futuros com a fiscalização.

Planejamento tributário

O planejamento tributário é uma estratégia que busca otimizar a carga tributária da empresa, identificando as melhores formas de reduzir o valor dos impostos pagos e evitar problemas com o Fisco.

Sem plano estratégico, operacional e corretivo, a empresa fica vulnerável ao pagamento incorreto de tributos e multas, ocasionando até mesmo problemas de imagem (reputação). E se o pagamento de impostos por si só já é uma atividade que gera preocupação, imagina quando existe a bitributação? 

Isso é muito comum ocorrer na área médica, que é quando dois direitos públicos (seja União, Estado ou Município) cobram da Pessoa Física ou Jurídica o mesmo tributo. Isso ocorre, por exemplo, quando uma clínica fica localizada na fronteira de dois estados. Ela pode ser taxada pelas duas regiões, e isso pode comprometer o fluxo financeiro da empresa.

Então, para evitar essa bitributação e outros problemas relacionados ao pagamento de impostos a mais, é essencial que a empresa coloque na ponta do lápis todas as informações, como receita bruta da pessoa física e jurídica, faturamento, fluxo de despesas operacionais, serviços prestados, margem de lucro, atual situação financeira da empresa, entre outros pontos. Neste caso, contar com uma contabilidade médica é primordial.

Gestão financeira e fiscal

Atualmente, é imprescindível contar com uma plataforma para fazer a gestão financeira e fiscal de uma clínica médica. Com uma solução inteligente, é possível emitir notas fiscais com praticidade, fazer a gestão segura de documentos, acompanhar o faturamento, ver sua economia em impostos, e muito mais. 

Para ser ainda mais assertivo, um time de especialistas na área médica auxilia a escolher o plano mais adequado para o seu negócio, tudo 100% online.

Para saber se a sua clínica médica está pagando imposto a mais, entre em contato conosco clicando aqui.

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Recuperação de R$1,2 bilhão: Clínicas pagam impostos a mais

Recuperação de R$1,2 bilhão: Clínicas pagam impostos a mais

Devido à falta de uma gestão contábil e fiscal especializada na área da saúde, clínicas médicas estão pagando mais impostos do que deveriam

Clínicas médicas pagam impostos a mais. É isso o que revela uma pesquisa realizada pela Mitfokus.

Com base em seu histórico de consultoria na área financeira da saúde, a empresa estima que essas clínicas poderiam reaver cerca de R$ 1,2 bilhão em tributos pagos a mais. O sócio da Mitfokus, Tiago Lázaro, ressalta que essa quantia pode ser ainda maior, estimando que existam aproximadamente 25 mil clínicas no país que realizam exames ou procedimentos, com uma média de reembolso de R$ 50 mil por cliente.

Segundo especialistas, é possível recuperar esse montante em tributos federais, como Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), por meio de uma solicitação administrativa junto à Receita Federal, sem a necessidade de recorrer ao poder judiciário. Recomenda-se a judicialização apenas para empresas médicas que não possuem a infraestrutura de uma clínica.

O processo de solicitação de restituição envolve uma análise fiscal que muitas vezes é desconhecida pelos profissionais da área da saúde, como médicos, administradores e contadores. Casos de clínicas que gastam mais do que o necessário e desperdiçam recursos foram mencionados na matéria do Estadão, destacando a importância de buscar essa recuperação.

O levantamento realizado pela Mitfokus é considerado conservador, baseando-se em um número de clínicas abaixo do total existente no país. Além disso, os cálculos não levam em conta os gastos com tributos municipais, como o Imposto Sobre Serviços (ISS), que muitas vezes são pagos em excesso ou há bitributação quando há prestação de serviços em diferentes cidades.

Nesses casos, a judicialização é recomendada para recuperar esses impostos pagos a mais. O sócio da Mitfokus destaca que se considerarmos a quantidade de ISS pago a mais pelas clínicas, o montante de R$ 1,2 bilhão aumenta exponencialmente.

Para os consultores, esse levantamento reforça a importância das clínicas médicas contarem com uma contabilidade médica. Essa gestão específica, combinada com um planejamento tributário adaptado às particularidades de cada setor e município, evita desperdícios que podem comprometer a sustentabilidade econômica das clínicas no Brasil.

Clínicas médicas pagam impostos a mais. Leia a matéria completa no site do Estadão.

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Imposto médico: qual é o modelo tributário mais vantajoso?

Imposto médico: qual é o modelo tributário mais vantajoso?

Conheça um pouco mais sobre as opções de mercado

Imposto médico. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que no Brasil existem 25,7 milhões de pessoas que trabalham por conta própria. O patamar é recorde na série histórica e, neste contingente, destaque para uma classe que vem contribuindo para o número subir: a médica.

Os trabalhadores autônomos do segmento, em verdade, são assim chamados por exercerem suas atividades de forma liberal.

Tudo começa quando o profissional pega seu registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), que lhe dá a liberdade de decidir como prestará seus serviços: empregado CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), prestador de serviço ou ter a própria empresa pessoa jurídica, com sócios ou não.

Neste cenário, o principal motivo de dúvidas é a carga tributária específica para cada um. Afinal, qual é o modelo mais vantajoso? Em qual deles há a possibilidade de pagar menos impostos? É possível que um desses modelos seja mais econômico? Quando há necessidade de contar com contabilidade especializada? É o que veremos a seguir.

Primeiramente, é importante salientar que o imposto médico depende de como será a forma de remuneração e prestação de serviço.

Pessoa física CLT

No caso do médico pessoa física, como ele não possui CNPJ, há duas alternativas: atuar como CLT ou autônomo, sem vínculo empregatício.

Para os que decidem atuar como celetista, a carga tributária será a mesma dos demais trabalhadores. Em 2023, as faixas de descontos do INSS são as seguintes:

Faixa de Salário Alíquota aplicada Alíquota efetiva
Até um salário-mínimo (R$ 1.302, em 2023) 7,5% 7,5%
De R$ 1.302,01 até R$ 2.571,29 9% 7,5% a 8,25%
De R$ 2.571,30 até R$ 3.856,94 12% 8,25% a 9,5%
De R$ 3.856,95 até R$ 7,507,49 14% 9,5% a 11,59%

Há também o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), que incidirá sobre a faixa salarial:

Base de cálculo Alíquota Parcela dedutível
Até R$ 1.903,98 0% 0,00
De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65 7,5% 142,80
De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15% 354,80
De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 22,5% 636,13
Acima de R$ 4.664,69 27,5% 869,36

Pessoa física autônoma

A pessoa física autônoma geralmente presta serviços para outras pessoas físicas, na maioria das vezes em consultórios particulares, estando sujeita à cobrança dos seguintes impostos, que variam de acordo com a remuneração:

  • INSS: contribuição previdenciária que tem alíquota de 20% sobre os valores recebidos, limitados ao teto do INSS (R$ 7.507,49, em 2023);
  • IRRF: os percentuais podem variar de 0% a 27,5%, conforme a tabela progressiva do Imposto de Renda, e não há limite para retenção;
  • ISSQN: com alíquota específica para cada município.

Além disso, existe o livro-caixa, pelo qual é controlado mensalmente o IRRF gerado através do carnê-leão, que precisa ser declarado toda vez que o médico for contratado por outra pessoa física, um paciente, por exemplo. Juntando todos os impostos, há grande possibilidade de os valores chegarem a 50% da renda mensal do médico. Portanto, não é visto como um sistema vantajoso.

Pessoa jurídica autônoma

Muitos médicos optam por abrir uma empresa, tornando-se PJ (pessoa jurídica), podendo atuar no Simples Nacional ou no Lucro Presumido. Vejamos a diferença entre cada opção:

No Simples Nacional, a cobrança dos tributos se dá conforme a receita da empresa. Para quem recebe até R$ 180 mil, a alíquota é de 15,5%. Acima de R$ 180 mil, até R$ 360 mil, o percentual é de 18%, sendo que neste regime é possível reduzir para 6%, o que significa R$ 15 mil ao mês se o contribuinte aplicar o Fator R, que é o cálculo utilizado para determinar a faixa de tributação de um negócio optante pelo Simples Nacional. Geralmente, se for pago 28% do faturamento em salário ou pró-labore, a economia é possível, por isso é recomendável fazer um diagnóstico para apurar qual seria o cenário mais adequado para a realidade da empresa.

Os impostos nessa categoria são:

  • DAS: Documento de Arrecadação do Simples Nacional, incide sobre o faturamento total da empresa e tem alíquotas que iniciam em 6%;
  • INSS: recolhido sobre o valor do pró-labore do sócio ou dono. Para as atividades de medicina, o valor do INSS tem alíquota de 11%, limitado ao teto do INSS (R$ 1.302, em 2023);
  • IRRF: pode refletir sobre o valor de retirada obrigatória do sócio (o pró-labore), conforme a tabela de IRPF.

Por sua vez, o Lucro Presumido é a opção para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano. Neste regime, estima-se o lucro da empresa com base em 32% do faturamento, o que é uma presunção integral para prestadores de serviços e que pode ser bastante prático. A desvantagem, neste caso, é que a sociedade médica poderá pagar impostos a mais para os cofres públicos, sem necessidade. No Lucro Presumido, a cobrança do imposto depende da atividade exercida: se a clínica for voltada para procedimentos, cirurgia ou exame, no chamado Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT), o valor efetivo do imposto será menor, caso contrário, ela terá que pagar a presunção integral. Neste regime, os tributos envolvidos são: Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro (CSLL), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Imposto Sobre Serviços (ISS) (a depender do município).

Sem dúvida, este último modelo é o mais proveitoso. Contudo, para cumprir com todas as obrigações mensais, incluindo declarações e emissão de guias de impostos a pagar, o ideal é contar com o auxílio de um serviço de contabilidade especializada no assunto. Além de controlar a documentação, recebimentos, pagamentos e todas as atividades que envolvem as rotinas contábeis, o procedimento é a garantia de segurança, economia, transparência e redução de problemas futuros.

A Mitfokus tem uma plataforma 100% estruturada para as mais variadas realidades médicas e um time de especialistas em pagar menos impostos e evitar ralos financeiros. Clique aqui e saiba mais.

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Conheça os três regimes tributários para médicos

Conheça os três regimes tributários para médicos

Saiba as características de cada um e o ideal para evitar pagar impostos além do necessário

Escolher entre os regimes tributários pode ser uma tarefa desafiadora para o médico, especialmente se você não tem muito conhecimento sobre o tema.

Entretanto, com algumas informações básicas é possível tomar a decisão correta e garantir que sua empresa esteja em conformidade com as leis tributárias vigentes.

Existem três regimes tributários principais que os profissionais da saúde podem optar: o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Cada um possui vantagens e desvantagens, e a escolha dependerá das particularidades da sua empresa. Entenda agora cada um deles.

Simples Nacional

Na área médica, não necessariamente esta é a melhor opção, porque a cobrança se dá conforme a receita da empresa. Por exemplo: para quem recebe até R$ 180 mil, a alíquota é de 15,5%. A partir desse valor até R$ 360 mil, o percentual é de 18%.

Contudo, no Simples Nacional é possível aplicar o Fator R, que é um cálculo que auxilia na redução de tributação dos negócios.

Ele é calculado pela seguinte fórmula: F.R = total da massa salarial ÷ pela receita bruta da empresa. Quando o resultado da divisão é igual ou maior que 28%, uma empresa pode ser direcionada para o Anexo III do Simples Nacional e reduzir para 6% o tributo, até 15 mil ao mês.

Neste caso, é recomendado, inicialmente, um diagnóstico para apurar qual seria o cenário mais adequado para a realidade da sua empresa.

Lucro Presumido

É a opção para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano. Nesse regime, presume-se o lucro da empresa com base em 32% do faturamento (presunção integral para prestadores de serviços), o que pode ser bastante prático. A desvantagem é que a sociedade médica poderá pagar impostos maiores do que o necessário. A cobrança do tributo depende da atividade exercida. Se é uma clínica que faz procedimento, cirurgia ou exame (SADT – Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico), o valor efetivo do imposto será menor, caso contrário, pagará a presunção integral. Os impostos envolvidos neste regime tributário são IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ISS (a depender do município).

Lucro Real

Como o próprio nome diz, o lucro da empresa é calculado com base nas receitas e despesas reais, o que pode ser mais justo em alguns casos. No entanto, este regime também exige que as empresas tenham um controle financeiro mais eficiente.

O setor contábil precisa, por exemplo, calcular o IRPJ e a CSLL de acordo com o que realmente a empresa lucrou, conhecido como lucro contábil. Um fator importante é identificar a lucratividade da clínica, sendo a alíquota efetiva maior que 8%, procure um especialista para identificar oportunidades e soluções tributárias.

Depois de conhecer as diferenças dos respectivos tributos, é natural ficar em dúvida sobre qual regime a sua PJ se enquadra.

Neste momento, lembre-se que escolher entre os regimes tributários é apenas uma das decisões que devem ser tomadas com muita cautela para manter a saúde financeira da sua clínica, consultório ou centro médico. Caso contrário, o desempenho do fisco do seu negócio pode ficar comprometido.

Para ajudar na melhor decisão entre os regimes tributários, é fundamental contar com uma assessoria contábil eficiente e especializada para indicar as vantagens e as desvantagens de cada modelo. Por isso, entre em contato com a nossa equipe para auxiliar na decisão e proteger o orçamento da sua empresa médica. 

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Tributação para médicos PJ: qual regime é o melhor para 2023?

Tributação para médicos PJ: qual regime é o melhor para 2023?

Tema exige atenção o ano todo, e não apenas nos períodos de vencimento de prazos

Tributação para médicos. Todas as empresas são obrigadas a declarar o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), à exceção das micro e pequenas empresas que se enquadram no Simples Nacional. O pagamento do tributo é sempre feito trimestralmente, no último dia útil dos meses de março, junho, setembro e dezembro.

Outro dever das empresas é enviar à Receita Federal a Escrituração Contábil Fiscal (ECF), que substitui a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) desde 2014, e tem transmissão prevista para o último dia útil do mês de julho do ano posterior ao do período da escrituração.

Essas incumbências chamam atenção dos médicos com CNPJ e das empresas de saúde sobre a importância do balanço financeiro e fiscal.

É importante ressaltar que é o relatório, feito por especialistas em Direito Tributário e Contabilidade, que fará com que o médico tenha a possibilidade de modificar a sua opção fiscal e escolher corretamente o melhor regime tributário, o que significará redução nas alíquotas e, por consequência, menos dinheiro dispendido com impostos, taxas e contribuições.

Lembrando que o mês para a escolha de regime é janeiro, e quem perde o prazo tem que ficar com a opção do exercício anterior por todo o novo exercício. Portanto, o assunto é de fundamental cuidado e deve ser levado em consideração não somente em dezembro, mas deve estar em pauta durante todo o ano!

Há profissionais que entendam que o Simples Nacional, por ser um regime de arrecadação de impostos aparentemente menos complicado, com alíquota única de recolhimento, mensal, já previamente definida, é a opção mais adequada. Contudo, tal sistema é tão complexo quanto os outros.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão é preciso parar e fazer um balanço de comparação com as outras opções disponíveis.

Caso o médico pessoa jurídica não optar pelo Supersimples, resta escolher o Lucro Real ou o Lucro Presumido. No primeiro caso, como o próprio nome indica, os impostos recaem sobre o lucro obtido com o negócio, e não sobre a renda bruta, como acontece no Simples. Em palavras usuais, se deu lucro, paga imposto; se deu prejuízo, não paga nada.

Já o Lucro Presumido incide sobre um pressuposto da receita futura da empresa. Assim, a empresa define um índice de lucro que estima ter nos meses subsequentes e paga o imposto somente sobre esse percentual.

Trata-se de uma opção conveniente se o lucro real for superior à aferição. Em tese: se o médico, consultório ou clínica teve prejuízo, não há nenhuma vantagem, entretanto, se auferiu mais receita do que a taxa presumida, vale a pena.

Para se ter ideia sobre o prejuízo financeiro que os médicos vêm tendo por acreditarem que o Simples é o mais simples de todos os regimes, ao procurarem a Mitfokus Contabilidade Médica, startup de tecnologia especializada em planejamento tributário, contábil e gestão financeira para a área de saúde, de cada dez, nove estão perdendo dinheiro.

A bem da verdade é que a maioria ingressa no Supersimples, na abertura do CNPJ, e por lá acaba se perpetuando.

Ocorre que, como não existe fórmula pronta para escolher o melhor regime tributário para uma empresa e como a predileção por um tipo não pode ser mudada ao longo do ano, o empreendedor não pode fugir da calculadora e precisa pesar bem os prós e os contras de cada regime.

Nesse sentido, como esse enquadramento tributário precisa ser pensado no decorrer de todo o ano-calendário, o ideal é que os cálculos contábeis sejam feitos mês a mês, para ser possível analisar, por exemplo, se o Lucro Presumido, não seria a modalidade mais benéfica.

Na Mitfokus, o Lucro Presumido para médicos vem se saindo como a opção menos onerosa, mesmo exigindo uma gestão contábil e fiscal mais detalhada e trabalhosa, por conta da pejotização da classe.

De fato, com a alta demanda dos hospitais e clínicas contratantes, o CNPJ é formado por grupos de médicos, e o faturamento se torna fruto dos resultados, somados, de cada integrante.

Em regra, a carga de tributos federais do Lucro Presumido é de 11,33%, acrescida do Imposto Sobre Serviços (ISS), de caráter municipal, que varia de 2% a 5%, dependendo do município.

O modelo tem se mostrado um regime mais benéfico, também, para os médicos com CNPJ que trabalham com serviços hospitalares e se formam em grupos ou sociedades; assim se tem mais facilidade para obter benefícios previstos na legislação.

Para o segmento médico-hospitalar, quem tem a empresa inscrita nessa modalidade fiscal pode ter alíquotas reduzidas, capazes de baixar a carga tributária do negócio em até 9%.

Por fim, o melhor – e mais adequado a ser feito – é conversar com um especialista, analisar a situação econômico-fiscal da empresa e fazer um planejamento tributário detalhado e estratégico, levando em consideração todas as variáveis e particularidades de sua empresa.

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Recuperação tributária para oftalmologistas contribui com o fluxo de caixa

Recuperação tributária para oftalmologistas contribui com o fluxo de caixa

Valores pagos a mais para os cofres públicos podem ser ressarcidos às clínicas através da análise de toda a documentação da empresa

Recuperação tributária para oftalmologistas. O cadastro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) aponta que existem 13.089 médicos oftalmologistas em todo o país.

Muitos desses profissionais atuam em clínicas e consultórios próprios ou em sociedade com outros colegas da área.

Nesses espaços, equipamentos como retinoscópio, oftalmoscópio, refrator, lâmpada de fenda, tonômetro de contato, projetor, entre outros, fazem parte do cenário.

Mas o que muita gente não sabe é que a maioria dessas ferramentas de trabalho está isenta do imposto de importação no ato da compra. Nem tampouco conhece a Lei nº 10.833, de 2003, e a Lei nº 10.637, de 2002, que autorizaram o poder executivo a reduzir a 0% a alíquota de PIS/Pasep incidente sobre produtos destinados ao uso em hospitais, clínicas e consultórios médicos.

Ocorre que, não detendo essas informações, o médico oftalmologista pagará aos cofres públicos um valor maior – e desnecessário – por tudo o que comprar. E isso não diz respeito somente a produtos adquiridos, a Contribuição Previdenciária Patronal sobre Verbas Indenizatórias, por exemplo, quase sempre é paga a maior nas empresas.

Fato é: pagar tributos a mais no Brasil não se dá por descuido ou negligência dos empreendedores, pelo contrário: a causa para o problema está no desconhecimento da legislação tributária que, de extrema complexidade, dificulta que grande parte da população obtenha noções sobre impostos, taxas e contribuições.

Por isso, o entendimento dos conceitos e da aplicação de débitos e créditos tributários requer uma profunda e minuciosa análise da extensa jurisprudência.

Para se ter uma ideia, 95% das empresas acabam pagando impostos indevidamente, sempre a mais do que deveriam realmente desembolsar, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)/Impostômetro.

Para piorar ainda mais a situação, todo esse dinheiro é pago a mais porque o próprio conteúdo legal se contrapõe, gerando incongruências, conhecidas como inconstitucionalidades ou ilegalidades, fazendo com que o contribuinte pague o tributo de forma injusta.

Então, como fazer a recuperação tributária?

A boa notícia é que os médicos oftalmologistas podem recuperar dinheiro pago a mais para os cofres públicos, em termos de tributos, mais a correção monetária do período, através da recuperação de tributos, uma prática que auxilia as clínicas e consultórios ópticos a organizar melhor seu fluxo de caixa e a obter um valor que, não é porque passou batido, tem que ser deixado para trás.

Ademais, ter acesso a um dinheiro com o qual a empresa não contava em caixa é uma excelente vantagem competitiva em relação à concorrência, ou também a garantia de fazer novos investimentos com segurança.

Mas de que forma a recuperação tributária é feita?

Ao contratar um serviço de consultoria contábil e financeira, a clínica ou consultório oftalmológico passará por uma análise de documentação, de modo que podem ser identificadas oportunidades de recuperação de créditos tributários, gerando caixa para a empresa.

Em resumo, um time de especialistas detecta e comprova quais impostos, taxas ou contribuições a empresa está pagando indevidamente e prepara a papelada necessária para entrar, junto ao fisco, com um processo de restituição.

Vale ressaltar que é em decorrência da falta de clareza fiscal que muitos consultórios e clínicas oftalmológicas acabam tendo prejuízos que ameaçam a sustentabilidade financeira dos seus negócios.

Portanto, como é um desafio calcular os tributos por conta própria e compreender as regras que os regem, o ideal é contar com uma consultoria que esteja por dentro do procedimento tanto do correto pagamento de impostos quanto de um possível reembolso de dinheiro pago a mais, assegurado pela legislação brasileira.

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Recuperação tributária para otorrinolaringologistas é possível

Recuperação tributária para otorrinolaringologistas é possível

No Brasil, 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo

Recuperação tributária para otorrinolaringologistas. A maioria dos produtos para otorrinolaringologia é isenta do imposto de importação. Ademais, nessa área especificamente, pessoas jurídicas de serviços hospitalares que optam pelo Lucro Presumido podem obter uma redução tributária na ordem de 63% do valor a recolher a título de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Por exemplo, se em uma clínica de otorrinolaringologia o faturamento mensal é de R$ 200 mil, a redução tributária no ano seria de R$ 182.720,00, e a restituição dos últimos cinco anos seria de R$ 913.600,00, mais a correção monetária do período. Mas, por desconhecimento, muitas empresas da área deixam de usufruir do benefício, perdendo dinheiro.

Ou seja, trata-se de uma grande soma para ser “deixada para trás”.

Recuperação tributária

O que estamos falando aqui é de recuperação de tributos, uma prática que auxilia as clínicas de otorrinolaringologia que estão precisando de fluxo de caixa e, ainda, serve para que elas organizem melhor seus recursos.

Ocorre que, com o fisco cada vez mais automatizado, se a empresa ousar pagar menos tributos, será penalizada com multas e correções, o que poderá culminar até mesmo no fechamento do negócio. Contudo, se ela, por desconhecimento acerca da legislação ou equívoco de informações, pagá-los a mais, e se não recorrer, o dinheiro ficará para os cofres públicos. Simples assim.

É um direito que normalmente as empresas não buscam. Para se ter uma ideia da gravidade do problema, 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

O que essas empresas, muitas da área médica, infelizmente não sabem é que existem diversas práticas tributárias para economizar no pagamento de impostos agindo de acordo com a legislação.

Para a Mitfokus, é possível até mesmo aumentar a rentabilidade das empresas médicas de todos os segmentos, e na área de otorrinolaringologia isso não é diferente; o aumento no lucro vem da combinação da redução dos impostos pagos com ganhos de eficiência na operação laboral, o que ocorre a partir do momento que todos os dados da clínica estão reunidos e informatizados. E isso também é uma exigência dos órgãos governamentais.

Se ter crédito é uma coisa boa, ter crédito tributário é ainda melhor, afinal, o descrédito fiscal barra o acesso do negócio a empréstimos e financiamentos, fazendo com que seja difícil a construção de ativos e o estabelecimento de uma base financeira estável, com a qual os otorrinolaringologistas possam crescer e se desenvolver.

Dessa forma, chegamos à conclusão de que não há desvantagem alguma em as clínicas da área se submeterem a uma análise pormenorizada de recuperação de tributos. O processo é ágil, graças aos recursos tecnológicos, e consiste basicamente no levantamento e na análise minuciosa de todos os impostos, taxas e contribuições pagos nos últimos meses, avaliando a possibilidade de recuperação.

Se há dinheiro a ser recuperado, é possível a recuperação desses créditos tributários por meio da restituição, também conhecida como ressarcimento, ou da compensação. A restituição é semelhante ao procedimento de resgate de Imposto de Renda Pessoa Física, em que a pessoa jurídica informa o valor pago a mais e solicita a devolução dos valores. Já a compensação deve ser feita, geralmente, por meio do Pedido de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP).

Assegurada pela legislação brasileira, a recuperação de créditos tributários é um direito de todas as clínicas médicas, que estão passíveis de erros tributários e, por isso, podem — e devem — ter direito de recuperar tais valores pagos indevidamente.

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Como recuperar impostos pagos a mais em uma clínica de radiologia?

Como recuperar impostos pagos a mais em uma clínica de radiologia?

Recuperar impostos pagos a mais e se preocupar em reduzir a carga tributária são condições essenciais para as clínicas de radiologia se manterem no mercado

Impostos pagos a mais na área de radiologia. Todo empresário, independentemente da área em que atua, precisa levar em conta dois fatores: o primeiro é o lucro; e o segundo, a redução de custos.

Seja comprando equipamentos automatizados que o ajudem a eliminar tarefas, seja contratando tecnologias especializadas que o auxiliem a gerir a folha de pagamentos, diminuindo o uso de energia elétrica, negociando preços com fornecedores ou até mesmo cortando funcionários.

O fato é: para sobreviver no mercado, hoje, economizar é fundamental.

Neste aspecto, destaca-se também a economia de tributos ou, em termos técnicos, a elisão fiscal. Trata-se de um planejamento e estudo cujo objetivo é reduzir tributos a serem pagos pelas empresas utilizando os meios legais sem a evasão fiscal (que envolve sonegar impostos) e recuperar dinheiro de impostos que foram pagos a mais.

Por exemplo: não é novidade na área médica que o segmento de Diagnóstico por Imagem vem saindo de um cenário conturbado por causa da pandemia da COVID-19. Para se ter uma ideia, um artigo publicado em julho de 2020 na revista Radiology (Sharper Jr RE) mostrou que houve redução do volume de trabalho nos Estados Unidos em torno de 40% a 90%.

Por aqui, no Brasil, a queda no atendimento de laboratórios e clínicas chegou a 70%, e obviamente a recuperação não acontecerá do dia para noite, portanto, toda prática de economia é bem-vinda.

Exemplo disso ocorreu em 2021, quando milhares de clínicas de radiologia e diagnóstico por imagem em todo o Brasil foram beneficiadas pela vitória definitiva, declarada na Justiça, em um mandado de segurança coletivo impetrado anos antes, que discutia a base de cálculo para o pagamento do PIS e da Cofins na importação de equipamentos médicos.

Agora, com a causa ganha, esses estabelecimentos terão a oportunidade de reaver valores pagos a maior em torno de 3% do valor de cada equipamento importado, corrigido pela Selic.

Este é só um exemplo de que a recuperação de tributos pode dar certo. Ocorre que tudo que envolve impostos e governo, infelizmente, ainda carrega um estigma muito forte por parte das empresas, que temem ficar “marcadas” de alguma forma, sendo prejudicadas.

Há quem acredite também que tentar recuperar impostos, taxas e contribuições é uma prática ilegal, mas, além de a ação ser totalmente legalizada, ela gera caixa para a clínica de radiologia e diagnóstico por imagem, principalmente se o serviço de consultoria for feito por uma empresa especialista no assunto, que, após uma análise criteriosa de documentação, pode vir a descobrir brechas legais de recuperação tributária.

Portanto, vale repetir: trata-se de um processo 100% legal, com a grande vantagem de ser feito totalmente em consonância com a legislação.

O ideal é que, independentemente de quanto tempo esteja no mercado, a clínica de radiologia ou diagnóstico por imagem economize sempre, principalmente na hora de pagar tributos.

Não estamos falando em pagar menos, mas sim de pagar somente o justo. A Mitfokus, por exemplo, conta com profissionais treinados para avaliar casos específicos nessa área de atuação médica. Geralmente, na sua análise de consultoria, todo o processo é bastante otimizado e rápido.

Para recuperar impostos pagos a mais para a sua clínica de radiologia, fale com um consultor da Mitfokus.

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Regime tributário da clínica médica: quando devo avaliar?

Regime tributário da clínica médica: quando devo avaliar?

Entenda qual é o momento ideal para avaliar o regime tributário da sua clínica

Avaliar o regime tributário da clínica médica é importante? No fim do ano passado, o Brasil chegou ao patamar de 6,4 milhões de empresas inadimplentes. O dado, de novembro de 2022, foi fornecido pela Serasa Experian e representa um universo de 31% das 20,2 milhões de empresas ativas no país. Trata-se do maior número desde o início do levantamento, em 2016.

O que mais chama atenção, para a classe médica, é que essa lista é liderada pelo setor de serviços, com 53,4% dos negócios endividados, seguido pelo comércio (37,5%) e pela indústria (7,7%). Grande parte é micro ou pequena empresa: ao todo são 5,7 milhões de negócios que estão com pelo menos uma dívida em atraso.

Ter dívidas não é nada bom, pior ainda quando elas são fiscais. Algumas consequências para as pessoas jurídicas que estão nessa situação são: pagamento de multas e juros; dificuldade com restrições ao crédito; impedimento de receber incentivos financeiros ou fiscais; e inclusão do nome nos serviços de proteção ao crédito, como Serasa e SPC.

Mas, antes de se chegar a esse ponto, muitas vezes a “bola de neve” teve início já na abertura do negócio. E, na área médica, isso se torna ainda mais complicado, visto que as faculdades de medicina do país raramente incluem conteúdos fiscais e de empreendedorismo no currículo.

Então, quando um médico vai abrir uma empresa, ele se depara com a escolha do regime tributário. E isso diz respeito ao pagamento de tributos: da mesma maneira que um negócio não pode pagar um valor menor aos cofres públicos, é sabendo optar pela melhor modalidade que se garantirá que ele não pague impostos a mais, de forma incorreta ou desnecessária.

No caso de pagamentos de tributos feitos a maior, é possível recuperar o dinheiro por meio de um procedimento chamado “recuperação de créditos tributários”, realizado mediante análise dos valores que foram declarados, com os que foram efetivamente recolhidos em Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) via programa Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP).

As causas para um pagamento incorreto ou equivocado de tributo são várias, a começar pela falta de conhecimento dos médicos a respeito do assunto, e não há nada de errado nisso, afinal, eles estudaram medicina, e não contabilidade. Outros motivos são: erros nos cálculos; impostos pagos em duplicidade; incompreensão acerca da legislação, que em muitos casos concede isenção ou imunidade tributária etc.

Portanto, para evitar dores de cabeça, o mais adequado a se fazer é avaliar o regime tributário no qual a clínica está inserida, valendo-se de um planejamento tributário.

Com esse exame pormenorizado, é possível verificar se há necessidade ou não de trocar a modalidade, seja por escolha, seja por obrigatoriedade ou em casos de ofício. Este último caso ocorre quando a Receita Federal estipula a troca, e geralmente acontece porque a empresa esteva obrigada a uma alteração específica e não o fez, ou quando ela tem de arbitrar o lucro, por não ter cumprido com os controles necessários para comprovação da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Alvo de inúmeros questionamentos por parte de todas as empresas, a carga tributária do país tem sido o motivo que mais impede o crescimento dos negócios, e na área médica essa realidade não é diferente. Portanto, as limitações para que médicos optem por determinado regime de tributação — dependendo da atuação e dos tributos unificados, que apenas facilitam a apuração, mas não reduzem, de forma significativa, a onerosidade — têm de ser estudadas.

Cada caso é um caso específico. E só o planejamento tributário é capaz de fazer isso, promovendo grandes chances para o médico se manter ativo no mercado com sucesso, dentro das bases legais e contribuindo para o crescimento e desenvolvimento das pessoas e das cidades em que atuam, gerando emprego e renda.

O recomendável é que a empresa faça o planejamento tributário durante todo o ano-calendário, avaliando sua situação fiscal mês a mês, para já no começo do exercício, em janeiro, ela começar com o regime tributário desejado e permanecer assim durante todo o exercício.

Mas atenção: isso não significa que a opção só pode ser feita em janeiro. Para saber mais e fazer a escolha certa do regime tributário da sua clínica médica, entre em contato com a Mitfokus Contabilidade Médica clicando aqui

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Simples Nacional: o que fazer para não se tornar complicado?

Simples Nacional: o que fazer para não se tornar complicado?

Planejamento tributário é o único instrumento que pode trazer economia de custos com impostos às empresas médicas

Em todo o Brasil, as empresas de todos os segmentos e optantes pelo Simples Nacional que pretendem continuar no regime unificado de simplificação de tributos têm até 31 de janeiro para manifestar sua escolha.

A regra também é válida para quem pretende ingressar na modalidade pela primeira vez, solicitando a adesão pelo Portal do Simples Nacional. Caso contrário, o ingresso só poderá ser feito em 2024.

Essa também é a data para empresas desse regime regularizarem dívidas.

Na prática, como o mês para a escolha de regime é janeiro, quem perde o prazo terá que ficar com a opção do exercício anterior por todo o ano-calendário, só podendo efetuar a mudança em 2024. 

A data de 31 de janeiro também representa o prazo final para empresas desse regime regularizarem dívidas, porque uma das condições para se manter nessa modalidade é estar em regularidade com a Receita Federal.

Escolher o regime tributário é um assunto de suma importância para evitar o pagamento de tributos incorretos ou desnecessários, do mesmo modo que não há possibilidades de pagar um valor a menos do que o devido para o fisco.

Neste sentido, optar pelo regime tributário errado traz obstáculos aos negócios, impedindo-os de avançar com segurança. Por isso, o ideal, antes de escolher pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, é fazer um planejamento tributário. 

É importante destacar que se planejar, do ponto de vista tributário, significa estar com o conhecimento em dia em relação às leis fiscais do país, uma missão árdua, mas já está comprovado que o estabelecimento que se estrutura neste aspecto tem bem mais chances de liderar seus mercados.

Ademais, por causa do nível “absurdo” de tributação no Brasil, não são poucos os negócios que quebram com elevadas dívidas fiscais, e nem mesmo “renegociações” como Refis, Paes e Paex são capazes de trazer a elas a tranquilidade de se manterem ativas em suas colocações.

Durante todo o ano passado, 1.557.239 empresas fecharam suas portas, de acordo com o boletim Mapa de Empresas, do governo federal.

De acordo com o Sebrae, a culpa desse número é a falta de planejamento tributário, já que as falhas e os equívocos fiscais levam 60% das empresas à falência nos primeiros cinco anos de atividade.

Para agravar a situação, não são poucos os negócios que aderem ao Simples Nacional por acreditar em seus benefícios, que, à primeira vista, parecem promissores, mas, dependendo da quantidade de empregados, das despesas e da atividade empresarial a ser executada, o que era para ser simples acaba se saindo muito complicado.

Portanto, para médicos Pessoas Jurídicas (PJs) ou clínicas, planejar-se tributariamente é se programar, do ponto de vista empresarial, para garantir economia de tributos de forma preventiva e lícita, uma vez que gerir impostos, taxas e contribuições trará como consequência, graças a expertise e bom senso do planejador, um correto e eficaz gerenciamento de custos ante um sistema complexo, e que não para de mudar.

A Mitfokus Contabilidade Médica, especialista no assunto, defende que o planejamento tributário é o principal instrumento para médicos PJs e clínicas, e que resulta em real economia para as empresas médicas.

E o melhor: o instrumento afiança a “consciência tranquila” de não haver futuros reveses com os fiscos das esferas municipal, estadual e federal.

A única recomendação para um bom apuramento é que a organização médica tenha uma contabilidade confiável, seguindo os preceitos contábeis usualmente reconhecidos, considerando o que a empresa, efetivamente, recebe e gasta. 

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Impostos: quais incidem na alíquota trimestral dos médicos?

quais os impostos que incidem na alíquota trimestral de um medico

Entenda quais os impostos que incidem na alíquota trimestral de um medico.

Ao contrário do Simples Nacional, onde você pode registrar todos esses impostos em guia única, o Lucro Presumido é calculado e informado separadamente. A cada dia 25, são pagos  COFINS (3%), PIS (0,65%) e ISS para serviços ou ICMS para comércios, variando entre  2,5 e 5%, de acordo com o município. Trimestralmente, o IRPJ e CSLL são recolhidos e apresentam tributação fixa variável concorde à atividade. Ao total, o valor chega a 11,33% federais.

A atividade médica também se enquadra no regime do Simples Nacional. O percentual de impostos sobre a receita começa em 15,50% ( Anexo V) ou 6,00% (Anexo III). Ainda que mais trabalhoso, o LP possibilita que a empresa utilize estratégias para a diminuição da carga tributária dos cinco impostos, resultando em um maior controle financeiro. 

A redução dos tributos pode ser feita a partir de um valor do ISS. Se o faturamento for baixo, o valor do ISS será mais alto que a porcentagem. Este é um macete previsto pela legislação, não representando ilegalidade. A vantagem em ter o acompanhamento de uma consultoria tributária especializada está no suporte a você, médico, para que se enquadre no local certo e evite pagar impostos a mais para o governo. 

Então, qual a melhor opção de regime tributário, Lucro Presumido ou Simples Nacional? Se a sua empresa não tem funcionários registrados, é interessante iniciar com LP.  Caso você já tenha uma equipe de colaboradores formada, é necessário reavaliar o cálculo e fazer simulações. Isso ocorre porque algumas contribuições feitas ao Simples Nacional, levando em conta a folha de pagamento, são mais vantajosas, se comparadas às do Lucro Presumido.

Para tomar a decisão mais segura e assertiva para o seu negócio, conte com a Mitfokus Contabilidade Médica.

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