carreira médica

Nossos conteúdos oferecem uma visão aprofundada sobre dados, índices e informações relevantes para profissionais que seguem a carreira médica.

Estatísticas de empregabilidade, remuneração média por especialidade, até as últimas tendências e inovações na área da saúde.

Os médicos podem descobrir insights valiosos sobre o desenvolvimento de carreira, oportunidades de educação continuada e melhores práticas no campo médico.

Além disso, nossos conteúdos fornecem análises detalhadas de dados relevantes, permitindo que os profissionais da saúde tomem decisões bem informadas sobre seus caminhos profissionais.

Com acesso a informações atualizadas e precisas, os médicos podem não só aprimorar suas competências durante a carreira médica, mas também contribuir significativamente para a evolução da medicina e para o bem-estar dos pacientes.

Médico pessoa física ou jurídica: qual a opção mais rentável?

Médico pessoa física ou jurídica: qual a opção mais rentável?

Esclareça algumas dúvidas antes de tomar a decisão por uma das duas modalidades. Saiba tudo aqui!

Médico pessoa física ou jurídica? Existe uma dúvida comum entre os médicos recém-formados na hora de atuar no mercado de trabalho: ser um profissional autônomo pessoa física ou abrir uma empresa para atender como pessoa jurídica?

Os médicos são profissionais liberais. Isso significa que, após a finalização do curso, o profissional tem a oportunidade de escolher como quer atuar: ser funcionário regido na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), prestador de serviço autônomo como pessoa física ou abrir uma empresa (Pessoa Jurídica).

O fato é que não existe a opção correta. A escolha vai depender de uma série de fatores, como propósito, modelo de trabalho e organização tributária.  Você sabia que um médico, que inicia a carreira sem planejamento tributário, chega a perder R$1,6 milhões em 30 anos? Temos certeza que você não quer perder esse dinheiro. 

Então para te ajudar nessa escolha, entenda a diferença entre as modalidades e decida a melhor opção para que você exerça a profissão tão sonhada de maneira rentável e financeiramente sustentável.

Pessoa Jurídica

Não existe diferença na rentabilidade como PF ou PJ. O que o médico deve avaliar, no entanto, são as regras de tributação. Nesse caso, ele precisa abrir a sua própria empresa e optar pelo regime tributário que se encaixa no nível de faturamento e realidade profissional.

Existem três regimes tributários no Brasil: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real e para cada situação de negócios, recomenda-se um diagnóstico para apurar qual seria o cenário mais adequado.

RECEITA BRUTA EM 12 MESES (R$) ALÍQUOTA VALOR A DEDUZIR (R$)
1ª faixa – Até 180.000 6,00 0,00
2ª faixa – de 180.000,01 até 360.000, 00 11,20 9.360,00
3ª faixa – de 360.000,01 até 720.000,00 13,50 17.640,00
4ª faixa – de 720.000,01 até 1.8000.000,00 16,00 35.640,00
5ª faixa – 1.8000.000,01 até 3.600.000,00 21,00 125.640,00
6ª faixa – 3.600.000,01 até 4.800.000,00 33,00 648.000,00

Outra vantagem é que é possível fazer negócios diretamente com empresas. Essa relação costuma ser mais aceita porque os riscos de problemas trabalhistas são menores, uma vez que a empresa contratada é a responsável por manter todos os trâmites corretos com o seu funcionário. Isso facilita a celebração de contratos.

Para obter um CNPJ, é preciso apenas que o médico tenha endereço fixo e CRM ativo. No máximo em 15 dias o profissional conseguirá realizar as prestações de serviços e emitir nota fiscal para receber a produção do mês.

Pessoa física

O médico pessoa física atua como profissional autônomo e inicia as atividades recolhendo pelo menos 27,5 % de Imposto de Renda. Além desse custo, deverão ser pagos o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o alvará de localização e o Imposto Sobre Serviços (ISS), tributo que incide na prestação de serviços realizada por empresas e profissionais autônomos.

Para obter um rendimento mensal tranquilo, é preciso que o profissional faça uma projeção dos rendimentos e despesas, analisando os valores líquidos que serão tributáveis para imposto de renda.

Para isso, é essencial e obrigatório que o médico utilize o livro caixa. O documento é indicado para planejamento tributário de profissionais autônomos e tem o objetivo de deixar eficiente os rendimentos na pessoa física. O profissional da medicina pode, por exemplo, utilizar-se das despesas dedutíveis pertinentes à execução da profissão, é possível diminuir ou até zerar os 27,5% do rendimento na pessoa física.

Por exemplo:

Um médico que recebe rendimentos mensais de aproximadamente R$ 50 mil em pessoa física tem tributação na alíquota 27,5% e dedução de R$ 869,36 no pagamento do imposto, portanto, R$12.880,64/mês.

Se suas despesas dedutíveis mensais somarem R$ 10 mil com a utilização do livro caixa, o imposto passa a ser R$ 10.130,64, o que representa uma economia mensal de R$ 2.750,00, e anual de R$ 33 mil.

(Print do livro caixa enviado pela cliente)

SEM CONSULTA

RENDIMENTO MENSAL IMPOSTO MENSAL IMPOSTO ANUAL
R$50.000,00 R$12.880,64 R$154.567,68

COM CONSULTA

Rendimento mensal Despesas dedutíveis Imposto mensal Imposto anual
R$50.000,00 R$10.000,00 R$ 10.130,64 R$ 121.567,68
        ECONOMIA MENSAL  –        R$ 2.750,00     

        ECONOMIA ANUAL –           R$ 33.000,00                                                                                      

O que é necessário saber antes de tomar qualquer decisão?

Qualquer profissional médico que deseja se tornar pessoa física ou jurídica não pode negligenciar a sua contabilidade. Por isso, é muito importante passar por uma assessoria contábil. S

omente com um suporte especializado é possível traçar um plano estratégico que se adeque à sua realidade profissional, de maneira eficiente e rentável.

A empresa precisa ser proativa e não se limitar a tarefas burocráticas. É importante ouvir o que o cliente tem a dizer e, a partir daí, traçar decisões estratégicas que ajudem o médico a pagar menos e ganhar mais, tudo dentro da lei.

Precisa de ajuda? Fale com um consultor da Mitfdokus.

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Minha formatura em medicina será neste ano, e agora?

Minha formatura em medicina será neste ano, e agora?

Todos os anos, as faculdades disponibilizam no mercado mais de 25 mil novos profissionais, que têm muitas dúvidas sobre o que fazer no início da carreira

Formatura em medicina. De acordo com dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), há no Brasil mais de 500 mil médicos com registro profissional ativo.

Por sua vez, o Censo do Ensino Superior diz que existem atualmente 376 faculdades na área, e 181 dessas instituições de ensino superior foram abertas entre 2011 e 2021. Isso significa que todos os anos cerca de 25 mil pessoas concluem a graduação e adentram no mercado de trabalho.

E um dos principais questionamentos desses indivíduos, que estão, nesse ano de 2023, no último ano do curso de Medicina é: o que eu vou fazer depois de me formar? Logo depois, surgem as perguntas: qual das 55 áreas devo atuar? Afinal, é melhor seguir os rumos da especialização ou da residência médica? O que é mais lucrativo, abrir o próprio consultório ou trabalhar em regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)?

É normal ficar confuso nesse momento, já que os gaps entre a faculdade e a vida real são enormes. Ademais, como a Medicina tem um vasto conjunto de opções, qualquer passo errado – antes mesmo de começar a carreira – pode ser traumatizante. 

Sabendo das dificuldades nesse processo de transição, a Mitfokus, empresa especializada em soluções tecnológicas, financeiras e tributárias para a área médica, listou alguns caminhos para o estudante que se formará esse ano iniciar sua trajetória profissional.

Uma das opções após a formatura em medicina é a escolha por ser médico generalista, que é válida para quem ainda não decidiu qual especialidade deseja seguir. De acordo com o Salario.com.br, portal de cargos e remunerações atualizado através de dados oficiais do mercado de trabalho brasileiro, hoje, um médico generalista ganha em média R$ 11.267,05 para uma jornada de trabalho de 28 horas semanais.

Mas, antes de optar pelo cargo, deve-se ter em mente que a jornada é corrida e muitas vezes estressante. Contudo, um dos principais benefícios dessa área de exercício é que o aprendizado – lidar com tipos diferentes de pacientes e, portanto, variadas patologias – fará com que o recém-formado reconheça qual segmento tem mais afinidade.

Para quem já tem em mente em quais trilhos quer fazer carreira, o ideal é fazer residência médica, uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização cuja duração é de 2 a 5 anos.

Funcionando em instituições de saúde denominadas hospitais-escola, os pós-graduandos realizam atividades remuneradas sob a orientação de médicos especialistas. Isso significa que quanto mais cedo o médico se torna especialista, mais rápido ela alcança progresso e autonomia no seu trabalho. Uma das principais vantagens em priorizar a residência médica é que, sendo um especialista, o médico receberá um salário bem maior do que sendo generalista.

Mas, como para entrar na residência é necessário investir muito tempo em estudo, uma vez que as provas são difíceis, há quem opte por fazer uma pós-graduação, que é outra forma de se aprofundar em algum segmento.

Com duração de 2 anos, o estudante de pós-graduação se dedica a atividades de ensino, pesquisa e desenvolvimento. Após a conclusão do curso, chega a hora de realizar a prova de título, um exame teórico e prático anual formulado pela Sociedade Brasileira. Em tese, é essa avaliação que concede a aptidão para um médico trabalhar em uma especialidade, inclusive de forma acadêmica. O mais aconselhável, antes de ingressar na pós, é ler os editais da área cuja afinidade seja maior, verificando se as propostas apresentadas correspondem com o que o candidato tem em mente.

Porém, quem queira fazer seu próprio horário e ter emprego fixo. Nesse caso, a opção é abrir um consultório médico, o que não é nada fácil também. Primeiro, por conta das questões empresariais e fiscais que permearão todo o processo, e que começarão a acompanhar o médico antes mesmo da inauguração do espaço.

Ademais, é preciso conquistar a confiança dos pacientes, contar com pessoas especializadas na administração, estudar sobre educação financeira e buscar sempre a inovação. 

Fato é que, independentemente da decisão a ser tomada, todo médico recém-formado precisa ser interativo e manter um bom relacionamento com sua equipe de trabalho, um dos principais pilares para uma boa evolução da carreira.

Outras orientações são: pedir auxílio sempre que tiver dúvidas sobre procedimentos, prescrições ou em como atender melhor a um indivíduo; prestar atenção, interpretar tudo que o paciente estiver falando e observar seus sintomas, tratando-os com educação, empatia, respeito e cordialidade; e manter-se sempre atualizado, procurando diariamente ler livros e artigos, ou assinando fóruns e podcasts.

Por fim, como a rotina do médico é bem corrida, é fundamental saber, ainda, priorizar um tempo para descanso e diversão. Atividades físicas, hobbies e meditação são ótimos aliados para colocar os pensamentos e as emoções em ordem, fazendo com que o profissional atue de forma mais tranquila.

Lembre-se: o trabalho médico é providenciar saúde e bem-estar para as pessoas, por isso, quem adentra nessa área nunca pode esquecer de ter o próprio equilíbrio entre mente e corpo, o maior diferencial para ter mais disposição, energia e felicidade naquilo que se faz.

Dessa forma, se a sua formatura em medicina está chegando, a Mitfokus Contabilidade Médica conta com um programa exclusivo para os médicos recém-formados, para auxiliar no início da carreira. Para saber mais, acesse aqui

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Tributação para médicos PJ: qual regime é o melhor para 2023?

Tributação para médicos PJ: qual regime é o melhor para 2023?

Tema exige atenção o ano todo, e não apenas nos períodos de vencimento de prazos

Tributação para médicos. Todas as empresas são obrigadas a declarar o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), à exceção das micro e pequenas empresas que se enquadram no Simples Nacional. O pagamento do tributo é sempre feito trimestralmente, no último dia útil dos meses de março, junho, setembro e dezembro.

Outro dever das empresas é enviar à Receita Federal a Escrituração Contábil Fiscal (ECF), que substitui a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) desde 2014, e tem transmissão prevista para o último dia útil do mês de julho do ano posterior ao do período da escrituração.

Essas incumbências chamam atenção dos médicos com CNPJ e das empresas de saúde sobre a importância do balanço financeiro e fiscal.

É importante ressaltar que é o relatório, feito por especialistas em Direito Tributário e Contabilidade, que fará com que o médico tenha a possibilidade de modificar a sua opção fiscal e escolher corretamente o melhor regime tributário, o que significará redução nas alíquotas e, por consequência, menos dinheiro dispendido com impostos, taxas e contribuições.

Lembrando que o mês para a escolha do regime tributário é janeiro, e quem perde o prazo tem que ficar com a opção do exercício anterior por todo o novo exercício. Portanto, o assunto é de fundamental cuidado e deve ser levado em consideração não somente em dezembro, mas deve estar em pauta durante todo o ano!

Há profissionais que entendam que o Simples Nacional, por ser um regime de arrecadação de impostos aparentemente menos complicado, com alíquota única de recolhimento, mensal, já previamente definida, é a opção mais adequada. Contudo, tal sistema é tão complexo quanto os outros.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão é preciso parar e fazer um balanço de comparação com as outras opções disponíveis.

Caso o médico pessoa jurídica não optar pelo Supersimples, resta escolher o Lucro Real ou o Lucro Presumido. No primeiro caso, como o próprio nome indica, os impostos recaem sobre o lucro obtido com o negócio, e não sobre a renda bruta, como acontece no Simples. Em palavras usuais, se deu lucro, paga imposto; se deu prejuízo, não paga nada.

Já o Lucro Presumido incide sobre um pressuposto da receita futura da empresa. Assim, a empresa define um índice de lucro que estima ter nos meses subsequentes e paga o imposto somente sobre esse percentual.

Trata-se de uma opção conveniente se o lucro real for superior à aferição. Em tese: se o médico, consultório ou clínica teve prejuízo, não há nenhuma vantagem, entretanto, se auferiu mais receita do que a taxa presumida, vale a pena.

Para se ter ideia sobre o prejuízo financeiro que os médicos vêm tendo por acreditarem que o Simples é o mais simples de todos os regimes, ao procurarem a Mitfokus Contabilidade Médica, startup de tecnologia especializada em planejamento tributário, contábil e gestão financeira para a área de saúde, de cada dez, nove estão perdendo dinheiro.

A bem da verdade é que a maioria ingressa no Supersimples, na abertura do CNPJ, e por lá acaba se perpetuando.

Ocorre que, como não existe fórmula pronta para escolher o melhor regime tributário para uma empresa e como a predileção por um tipo não pode ser mudada ao longo do ano, o empreendedor não pode fugir da calculadora e precisa pesar bem os prós e os contras de cada regime.

Nesse sentido, como esse enquadramento tributário precisa ser pensado no decorrer de todo o ano-calendário, o ideal é que os cálculos contábeis sejam feitos mês a mês, para ser possível analisar, por exemplo, se o Lucro Presumido, não seria a modalidade mais benéfica.

Na Mitfokus, o Lucro Presumido para médicos vem se saindo como a opção menos onerosa, mesmo exigindo uma gestão contábil e fiscal mais detalhada e trabalhosa, por conta da pejotização da classe.

De fato, com a alta demanda dos hospitais e clínicas contratantes, o CNPJ é formado por grupos de médicos, e o faturamento se torna fruto dos resultados, somados, de cada integrante.

Em regra, a carga de tributos federais do Lucro Presumido é de 11,33%, acrescida do Imposto Sobre Serviços (ISS), de caráter municipal, que varia de 2% a 5%, dependendo do município.

O modelo tem se mostrado um regime mais benéfico, também, para os médicos com CNPJ que trabalham com serviços hospitalares e se formam em grupos ou sociedades; assim se tem mais facilidade para obter benefícios previstos na legislação.

Para o segmento médico-hospitalar, quem tem a empresa inscrita nessa modalidade fiscal pode ter alíquotas reduzidas, capazes de baixar a carga tributária do negócio em até 9%.

Por fim, o melhor – e mais adequado a ser feito – é conversar com um especialista, analisar a situação econômico-fiscal da empresa e fazer um planejamento tributário detalhado e estratégico, levando em consideração todas as variáveis e particularidades de sua empresa.

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