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Como disse certa vez Benjamin Franklin (1706-1790): “investir em conhecimento sempre rende os melhores juros”. Em pleno século XVIII, o polímata estadunidense já falava da importância da educação financeira. Mas, afinal, com salário bem acima da média da maioria dos trabalhadores do país, por que os médicos deveriam se preocupar com isso?

Antes de responder a essa pergunta, vamos a uma reflexão: com certeza, você, que está lendo este post, já buscou práticas consideradas úteis para economizar dinheiro, certo? Entre as mais eficazes, estão: controlar os gastos, poupar e guardar todos os recursos, se necessário for substituindo o jantar por um lanche (por ser bem mais em conta), ou fazendo plantões e mais plantões aos fins de semana, privando-se de ficar com a família… Todas essas alternativas, conhecidas como “junta ganhos” ou “aperta os cintos”, são vistas por muitos como educação financeira. No entanto, nem de longe isso pode ser visto dessa forma; pelo contrário: tais costumes podem até se tornar nocivos para uma vida saudável e equilibrada. E o tiro pode sair pela culatra em um futuro bem próximo.

Ocorre que, sem o devido norte de especialistas no assunto, a economia de dinheiro funciona como a automedicação, que está atrelada ao uso de remédios de maneira incorreta ou irracional, por uma pessoa leiga em Medicina, e que pode trazer consequências graves, como intoxicação, mascaramento de uma doença, reações alérgicas, dependência química e até morte. 

Então, uma pessoa com conhecimento finaneiro, ainda que básico, estuda sobre mudança de hábitos, o que a levará a definir objetivos para o futuro, tendo consciência e usando da melhor forma o dinheiro, e não sendo usado por ele.

E o melhor: sem depender de ninguém para isso. Em tese, entender sobre o assunto abre diversas portas no mercado, sendo o caminho para obter sucesso financeiro, tanto no aspecto pessoal quanto profissional. 

Segundo uma pesquisa publicada recentemente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), 79,3% das famílias estão endividadas e 30% inadimplentes. Logo, esse dado demonstra a falta de cultura financeira no país em todas as classes sociais, inclusive na médica. Portanto, quem não tem educação financeira sofre, sendo empregado ou patrão, ganhando muito ou ganhando pouco. Imagine um médico, recém-formado, cujo sonho é abrir o próprio consultório. Sem educação financeira, fatalmente haverá prejuízos por conta das questões contábeis e tributárias e vários contratempos que surgirão, a maioria relacionados ao dinheiro. 

E se, na empresa, ele quiser expandir? Abrir uma unidade em outro estado? Como é que, sem entender sobre educação financeira, ele fará para montar um plano de negócio, um relatório de planejamento que permite identificar os custos de implementação de uma nova ideia, limitar falhas ou vulnerabilidades e amenizar incertezas e riscos?

Com certeza, ele não o fará. Ele vai agir no ditado popular “quem não arrisca não petisca”. Pode ser que dê certo. Pode. Mas com um planejamento em mãos, as chances de dar errado são extremamente minimizadas. 

Enfim… contudo, você que está lendo vai falar: como é que, com a minha rotina cheia e corrida, eu vou arrumar tempo para estudar educação econômica? Sabendo dessa dificuldade, a Mitfokus Contabilidade Médica, fintech que desenvolve soluções contábeis e financeiras para a área de Medicina, tem um programa completo de construção dessa cultura, cujo propósito é, através da educação, gerar liberdade financeira. 

Saiba mais em: Mitfokus – Contabilidade

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